ÍDOLOS

Ademir Menezes - Queixada
Ademir Menezes atuou no Vasco por doze anos e fez parte da equipe que ficou conhecido como Expresso da Vitória. Estreou no em 1942, se ausentou de São Januário por duas temporadas (1946 e 1947), mas retornou e ajudou o Cruz-Maltino a conquistar um dos mais impactantes títulos de sua História: o campeonato sul-americano de 1948. Jogou a Copa do Mundo de 50, onde foi artilheiro da competição com nove gols marcados.

Alcir Portela
Alcir Portela, ex-cabeça-de-área, foi o quarto jogador com maior número de partidas disputadas pelo Vasco. Participou de 511 jogos no período entre 1963 e 1975. Foi capitão do time campeão brasileiro em 1974, além de integrar a equipe que venceu o Campeonato Carioca de 1970. No Vasco, ainda levantou outras três taças de campeão nacional, 1989,1997 e 2000, como auxiliar técnico.

Andrada
O goleiro argentino Andrada fez história em São Januário por realizar grandes defesas. De 1969 até 1975, Edgard Andrada defendeu o Cruz-Maltino, e se destacou nas conquistas do campeonato carioca de 1970 e no Brasileiro de 74. Conquistou a Bola de Prata, da Revista Placar, em 1971.

Barbosa
Moacir Barbosa Nascimento, o Barbosa, esteve no Vasco em dois períodos. De 1945 até 1955, foi em sua primeira passagem, e de 1958 até 1960, teve sua segunda aparição em São Januário. Pelo Vasco, o goleiro conquistou, entre 1945 e 1958, seis Cariocas e seu grande momento foi durante a conquista do 1º Sul-Americano de Clubes, em 1948, campeonato que o Cruz-Maltino vencer de forma invicta. No último jogo da competição, contra o River Plate (ARG), Barbosa teve grande atuação e manteve o placar em 0 a 0, garantindo o título para o Vasco.

Bellini
O zagueiro, que ficou conhecido por ter levantado a Taça Jules Rimet pela primeira vez para o Brasil, destacou-se no Vasco entre 1952 a 1962, e conquistou os Campeonatos Cariocas de 1952, 1956 e 1958 e o Torneio Rio-São Paulo de 1958.

Carlos Germano
Segundo jogador que mais vestiu a camisa do Vasco, com 632 jogos, o goleiro marcou uma geração em São Januário. Pelo Cruz-Maltino, conquistou o Tri-campeonato Carioca, 1992,93 e 94, o Campeonato Brasileiro de 1997, o Campeonato Carioca de 1998, a Libertadores de 1998 e do Torneio Rio-São Paulo de 1999. Atualmente é o preparador de goleiros do Vasco.

Coronel
Formou a zaga que ficaria marcada na memória dos torcedores como a melhor defesa que já entrou em campo pelo Vasco. Ao lado de Paulinho, Bellini e Orlando, Coronel demonstrava toda sua classe pela lateral esquerda. Pelo clube, conquistou os Cariocas de 1956 e 1958, além de um Rio-São Paulo e diversos outros torneios pela Europa.

Danilo Alvim
Apelidado de Príncipe, o ex-meia é considerado um dos principais jogadores do Expresso da Vitória, lendário time do Vasco que ganhou diversos títulos entre as décadas de 40 e 50. Foi titular da Seleção Brasileira que participou da Copa do Mundo de 1950, realizada no Brasil.

Edmundo
Cria da base, Edmundo acumula cinco passagens pelo Vasco e, apesar de ter defendido alguns arquirrivais, sempre foi considerado um dos grandes ídolos do clube. A consagração do animal com a camisa Cruz-Maltina ocorreu em 1997, com o título do Brasileirão. Ele fez nada menos do que 29 gols na competição. No início de 2012, realizou, em São Januário, seu jogo de despedida, mesmo pouco mais de três anos após ter pendurado as chuteiras.

Fausto
Ex-volante, considerado um dos melhores da posição entre as décadas de 1920 e 1930, Fausto chegou ao Vasco em 1928. Durante uma excursão pela Europa, em 1931, o jogador chamou atenção do Barcelona e foi contratado pelos espanhóis. Em 1934, retornou ao Cruz-Maltino e conquistou o Campeonato Carioca daquele ano. Defendeu a Seleção Brasileira na Copa do Mundo de 1930.

Felipe
Felipe chegou ao Vasco aos seis anos jogou na escolinha de futsal do clube. No campo, começou como lateral-esquerdo e teve a primeira chance entre os profissionais em 1996. Nos anos seguintes, participou de algumas das principais conquistas do Cruz-Maltino, como da Libertadores de 1998, da Mercosul, de 2000 além dos Brasileiros de 1997 e 2000. Após passagens por outros clubes do Brasil e do exterior, retornou em 2010 e ainda foi campeão da Copa do Brasil, em 2011.

Geovani
Contratado junto a Desportiva em 1983, chegou para formar o time que encantou os vascaínos na década de 80 ao lado de Dinamite e Romário. Muitos dizem que o Pequeno Príncipe, apelido dado pela torcida cruz-maltina, foi um dos melhores meias que já vestiu a camisa do clube. Em campo, foi Tri-Carioca em 82, 87 e 88, além de participar do Bi-Brasileiro em 1989.

Juninho
Revelado pelo Sport, chegou ao Vasco em 1995. Participou de uma época de ouro no clube no fim da década de 1990, conquistando os brasileiros de 1997 e 2000, a Mercosul de 2000, além da Libertadores de 1998, torneio em que se consagrou após um golaço de falta, na semifinal, contra o River Plate, no Monumental. Após passagens pelo Lyon (FRA) e pelo Al-Gharafa (QAT), retorno ao clube em 2011.

Mauro Galvão
Comandante de uma dos maiores títulos da história do clube. Aceitando o desafio de se transferir para o clube em 97, em sua primeira temporada, vira referência na zaga e ajuda o clube a conquista o Tri-Brasileiro (1997). No ano seguinte, com uma grande campanha, ergue a Taça de Campeão da Libertadores (1998).

Roberto Dinamite
Considerado o maior ídolo da história do clube. Revelado pelas categorias de base, despontou para o futebol em 1971. Ao todo, cerca de 22 anos dedicados ao cruz-maltino, se tornando o jogador com mais partidas pelo Gigante da Colina (1.110). Conquistou um Brasileiro (1974), cinco Cariocas (1977, 1982, 1987, 1988 e 1992) e diversos outros torneios. Detém a marca de maior artilheiro da história do Campeonato Brasileiro (190 gols). Atualmente está em seu segundo mandato como Presidente do clube. Como mandatário, devolveu o time para Primeira Divisão (2009) e a conquista da Copa do Brasil (2011)

Romário
Cria da base, em seus primeiros anos como profissional, conquistou o Bi-Carioca (1987 e 1988), sendo artilheiro em ambos, mesmo atuando ao lado de Roberto Dinamite. Voltou ao clube em 1999, mas não conseguiu o título do Mundial de Clube da Fifa (1999). Em 2000, a volta por cima. Artilheiro do Brasileirão e da Copa Mercosul, ambas conquistadas pelo Cruz-Maltino. Em sua quarta passagem pelo clube, deixou seu nome na História do futebol, ao atingir a marca de mil gols na carreira, durante o Brasileirão de 2007, feito que lhe rendeu uma estátua atrás de uma das balizas de São Januário.

Vavá
Apelidado de 'Peito de Aço', o Bicampeão Mundial Vavá jogou por sete anos com a camisa cruz-maltina. Pelo Gigante da Colina, marcou época com a conquista do Tri-Carioca em 1952, 1956 e 1958, somados ao Rio-São Paulo de 1958, sendo um dos principais artilheiros da história do clube.