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Publicada em 4/6/2009 às 20:00

Briga entre torcidas: mortes e confusão

Confira os principais confrontos entre facções de clubes

LANCEPRESS!

Briga entre torcedores de times rivais, como a que aconteceu na noite de quarta-feira, entre corinthianos e vascaínos é mais comum do que deveria ser. Mortes e muitas famílias prejudicadas são a conquência de uma violência que infelizmente não conseguiu ganhar fim ainda. Confira abaixo alguns dos casos de violência entre torcedores que acabaram em morte.

Data: 15 de fevereiro de 2009.
Lucas Batista Marcelino, 20 anos, torcedor do Atlético Mineiro, estava com um grupo de torcedores atleticanos que foi alvo de tiros disparados por dois homens de motocicleta, supostamente torcedores do Cruzeiro.

Data: 7 de dezembro de 2008.
Nilton César de Jesus, 26 anos, torcedor do São Paulo, foi baleado na nuca por um policial militar pouco antes do início do jogo entre Goiás e São Paulo pelo Campeonato Brasileiro. Morreu quatro dias depois, no Hospital de Base do Distrito Federal.

Data: 6 de maio de 2007
Pedro Ferreira, 23 anos, torcedor do Atlético Mineiro, integrava um grupo de torcedores do Atlético que tentou invadir uma área destinada a cruzeirenses na entrada do Mineirão. Foi agredido por um grupo de torcedores do Cruzeiro e morreu três dias depois, no Hospital João XXIII, por causa de golpes recebidos na cabeça. Ele sofreu traumatismo craniano e um corte na nuca.

Data: 7 de setembro de 2006.
Vinícius José Ribeiro da Fonseca, 30 anos, torcedor do Botafogo, estava presente no confronto entre torcidas organizadas que gerou tiroteio. O botafoguense Vinícius morreu após ser atingido por um tiro no peito.

17 de agosto de 2006
Rodrigo Almeida Carvalho, torcedor do Internacional. Durante as comemorações pelo título do Internacional, Rodrigo desentendeu-se com um vizinho - que também é torcedor do Inter e foi assassinado com um tiro no peito.

17 de outubro de 2005
Anderson Thomas, 28, o Conde, torcedor da Ponte Preta, foi espancado até a morte em Campinas, por cerca de 15 são-paulinos, enquanto tentava pegar ingressos gratuíto para o jogo remarcado pelo STJD. O torcedor foi levado ao hospital Mário Gatti, onde chegou a passar por uma tomografia antes de morrer. De acordo com o hospital, a causa da morte foi um trauma crânio-encefálico. Sete torcedores foram presos, mas apenas Rubens Gomes de Melo, 25, e Antônio Maria da Silva, 35, foram reconhecidos por ponte-pretanos e indiciados por homicídio qualificado. Um terceiro suspeito, o são-paulino Marcos Paulo Moraes, 28, o Fofo, foi identificado e está sendo procurado.

16 de outubro de 2005
A primeira fatalidade aconteceu antes da partida do Morumbi, na estação Tatuapé do metrô (zona leste de São Paulo). O palmeirense Diogo Lima Borges, 23, morreu após ser baleado no abdômen. Outro palmeirense, Olival Manuel Tibúrcio Júnior, 23, foi baleado no ombro e operado no Hospital Tatuapé. Depois do jogo, mais confusão Por volta das 20h, cerca de 160 corintianos e palmeirenses brigaram nas proximidades da avenida Santo Amaro (zona sul de São Paulo). O corintiano Wellington Martins, 25, foi morto com um tiro no rosto. Já Claudei de Oliveira Paiva, 26, sofreu ferimentos na mão e na cabeça quando um artefato explosivo que ele carregava explodiu, segundo a Secretaria Estadual da Segurança Pública, mas não morreu.

02 de outubro de 2004
são-paulinos e palmeirenses. O confronto ocorreu no terminal de ônibus Cidade AE Carvalho, na zona leste da capital. De acordo com informações da polícia, os torcedores do Palmeiras esperavam o ônibus no terminal para ir ao Morumbi quando chegaram os são-paulinos. Cristiano Pedro da Silva, 18, torcedor do São Paulo, estava armado e começou a disparar na
direção dos palmeirenses. Silva acabou baleado no braço esquerdo, mas, segundo a polícia, não se sabe de onde veio o disparo. Ele foi autuado por tentativa de homicídio e porte ilegal de arma e detido no 64º DP. Segundo a polícia, não houve mais feridos.

10 de julho 2004 -
O estudante Gustavo Teles Gonçalves, de 15 anos, baleado quando voltava para casa depois da partida entre Atlético-MG e Cruzeiro, morreu no Hospital João XXIII, em Belo Horizonte. Gustavo voltava do Mineirão acompanhado do irmão Bernardo Teles Gonçalves, de 18
anos. Eles estavam na avenida Olegário Maciel, quando um grupo de torcedores da torcida Galoucura se aproximou e começou a atirar objetos em um ônibus que levava integrantes da Máfia Azul, do Cruzeiro. Um dos passageiros sacou uma arma e atirou cinco vezes. Um dos tiros acertou a cabeça de Gustavo. O homem fugiu do local, mas a polícia retirou as
fitas de segurança do local para tentar fazer a identificação.

14 de outubro de 2003 - O paraense Rosilvado Pinheiro Ferreira, de 31 anos, presidente da torcida do Paysandu "Terror Bicolor", e o torcedor do Ceará, José Renato de Sousa Pena, morreram em Fortaleza. Ambos sofreram uma emboscada quando estavam buscando novas camisas da organizada "Terror Bicolor", num ateliê. Zaiton Cavalcanti Santos Filho assumiu os disparos, mas afirmou ter sido "em legítima defesa".

11 de março de 2001
Torcedores do São Paulo e do Palmeiras se enfrentaram na marginal Tietê, quando saíam os ônibus das caravanas para São José do Rio Preto (451 km de São Paulo), onde os times jogaram. Cinco pessoas feridas foram atendidas em hospitais e prontos-socorros na
Freguesia do Ó (zona noroeste). Pelo menos 170 torcedores passaram pelo 28º DP, onde o caso foi registrado.

20 de abril de 2000
Depois de fugir desesperadamente de um grupo de são-paulinos armados com pedaços de pau, o estudante corintiano Gideao Bastos, de 18 anos, voltou para procurar o amigo de infância, Vagner José de Llima, também de 18 anos. Vítima de um tiro e de uma sessão de pancadaria, ele morreu pouco depois no Hospital das Clínicas.

20 de agosto de 1995
Na final da Super Copa SP de Juniores, são-paulinos e palmeirenses travaram uma batalha campal no estádio do Pacaembu. Entre mais de 100 feridos, o torcedor Márcio Gasparin da Silva, 16 anos, foi morto com pauladas na cabeça desferidas pelo palmeirense Adalberto Benedito dos Santos (na época integrante da Mancha Verde), condenado a 12 anos de prisão.

15 de outubro de 1994
O são-paulino Nelson Ribeiro de Abreu, de 17 anos, é atropelado por um trem, em São Caetano do Sul, no ABC, quando cruzava a linha na tentativa de fugir de cerca de vinte torcedores da Gaviões da Fiel e da Camisa 12, que queriam tirar-lhe a camisa do São Paulo.

06 de junho de 1993
Um tiro à "queima-roupa" no coração tira a vida do são-paulino Leandro Araújo Lopes, de 16 anos. O disparo foi feito por um corintiano. O torcedor são-paulino teria ameaçado reagir, quando o corintiano tentou lhe arrancar a camisa.

Setembro de 1992
No Cemitério de Santo André, o palmeirense da Mancha Verde Sérgio Vivaldini, de 17 anos, foi sepultado, após ser assassinado com uma facada por um integrante da Torcida Independente.

22 de outubro de 1988 - O palmeirense Cléo Sostenes, presidente da Mancha Verde, é a primeira vítima da briga de torcida no Brasil. Ele é assassinado com dois tiros.

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