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Para Maria Sharapova, 2007 foi um ano para se esquecer. A russa, ex-número 1 do mundo, viveu mais baixos do que altos, principalmente pela série de lesões no ombro direito, prejudicando treinos e sua qualidade em quadra.
Para a tenista, o Aberto da Austrália é um marco para um recomeço, longe das dores e chegando mais uma vez aos títulos. No ano passado, ela teve um início excelente, chegando a liderar o ranking após ser vice-campeã do Aberto da Austrália. Mas, após isso, levantou a taça só em San Diego, em agosto.
Além disso, a musa encerrou a temporada como número 5 do mundo, pior ranking desde sua ascensão no tênis, em 2004.
– Ninguém pode me deixar fora (das favoritas). Sou uma das competidoras mais duras e já provei isso antes – confia a musa.
Aos 20 anos, Sharapova nega que já tenha atingido o seu ápice.
– Nunca deixo a quadra sem me doar 100%, por isso ganhei respeito. Ainda tenho muitos anos e estou aprendendo com os problemas pelos quais passei – explicou a musa.
Estreando hoje à noite contra a croata Jelena Tosic (102), a russa não deve ter problemas. Sua eleita como maior rival é Justine Henin, que também joga hoje, enfrentando a japonesa Aiko Nakamura (73):
– Ela teve um ano excelente em 2007, é a grande favorita ao título.
A belga, que venceu dez torneios no último ano, lutará pelo bicampeonato (ganhou em 2004) e para seguir invicta após 28 partidas. Após perder na semifinal em Wimbledon, foi campeã nos seis torneios que jogou.
Pelo seu quarto título, a americana Serena Williams (7) abre o torneio, às 22h. Ela jogará contra a australiana Jarmila Gajdosova (145).
Sharapova teve papel importante numa novidade para este ano. Após sofrer com o calor de 40 graus na estréia de 2007, a russa liderou o pedido para que, em caso de temperaturas excessivas, seja acionado o teto retrátil das duas quadras principais.
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<p><a href=""> Sharapova tenta volta por cima</a>, LANCEPRESS! - Após ano cheio de problemas, musa do tênis corre atrás do
