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A falta de perspectiva e de patrocínio no tênis brasileiro tem feito muitos atletas desistirem de suas carreiras. Na última semana, a paulista Jenifer Widjaja, número 2 do país, decidiu interromper sua trajetória nas quadras para estudar em uma universidade norte-americana.
- Ela tinha colocado um objetivo e um limite para seguir jogando, que era chegar ao top 100 e não conseguiu - explica Ludgero Braga Neto, seu treinador.
Abandonos precoces no tênis feminino brasileiro não são uma novidade. O caso mais incrível aconteceu com a gaúcha Niege Dias, que deixou o tênis aos 22 anos, pouquíssimo tempo depois de atingir a notável 32ª posição no ranking. Em 2002, a então número um do país, Miriam D´Agostini, também desistiu ao se desiludir com o circuito e a falta de patrocinadores.
