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Os Estados Unidos abriram fogo contra a Seleção Brasileira para o duelo desta quinta-feira, quando as meninas brasileiras buscarão uma inédita vaga na final da Copa do Mundo Feminina de Futebol, na China.
Tentando pressionar a arbitragem da suíça Nicole Petignat, o técnico norte-americano Greg Rayan afirmou que a equipe brasileira atua de forma muito desleal, tentando abalar a parte psicológica das brasileiras.
Talvez porque pela primeira vez os Estados Unidos se sintam ameaçados. O Brasil é freguês de carteirinha no confronto histórico (22 jogos, uma vitória, três empates e 18 derrotas).
Além disso, amarga das rivais desta quinta duas derrotas em Copas do Mundo (5 a 0, na primeira fase da Copa de 1991, e 2 a 0, na semifinal da Copa de 1999) e a dura eliminação dos Jogos Olímpicos de 2004, em Atenas, quando o Brasil perdeu a final na prorrogação por 2 a 1, tendo um gol legal mal anulado e um pênalti a favor não marcado.
- É sempre especial enfrentar os Estados Unidos. A final em Atenas foi um jogo espetacular, tivemos grandes chances de vencer, mas desperdiçamos. Desde então, nosso time teve uma grande renovação e estou confiante de que desta vez sairemos vitoriosas - afirmou a atacante Marta ao site oficial da Fifa.
O treinador da seleção americana, Greg Ryan, pediu para suas comandadas esquecerem do amistoso no início do ano, em que derrotaram as brasileiras por 2 a 0 em Nova York.
- Este jogo será tão físico quanto aquele amistoso em junho. Mas Marta, que é uma das jogadoras mais talentosas do mundo, não jogou. Sua presença no campo faz do Brasil uma equipe muito mais perigosa ofensivamente - afirmou.
