Werley diz que está insatisfeito com reserva

Beque diz que está insatisfeito com a posição de reserva, mas afirma buscar uma vaga na zaga no lugar de Réver

LANCEPRESS! - 23/02/2012 - 07:00 Belo Horizonte

Werley (Foto: Gil Leonardi)

O zagueiro e capitão alvinegro Réver ainda é dúvida para o jogo de domingo contra o Guarani, em Divinópolis. Sendo assim, a briga entre os beques reservas já começou e, aparentemente, quem saiu na frente foi o prata da casa Werley, que atuou entre o time principal no coletivo desta quarta-feira de cinzas. O atleta revela que esperava começar o ano como titular, pois pensa que foi fundamental para a recuperação do time no ano passado.

- Eu esperava começar o ano como titular, mas isso não foi possível, porém o Cuca escolheu o Rafael, que é um grande zagueiro. Mas eu não fiquei feliz. Na verdade, eu fiquei chateado, pois penso que fui peça importante para a equipe naquela recuperação do ano passado – admitiu o jogador, que ainda diz se sentir injustiçado. Contudo, Werley afirma que não vai desistir e aproveitar a oportunidade para obter um lugar no setor defensivo do Atlético.

- Eu nunca reclamei da minha posição, mesmo nas várias vezes que fui sacado do time. Eu respeito a decisão do treinador, mas acredito que fui injustiçado. Porém, nunca abaixei minha cabeça. Eu sempre procuro trabalhar e tento buscar o meu espaço dentro de campo – declarou.

Zagueiro atenta para a regularidade no Galo

O atleta já tem 131 partidas realizadas com a camisa do Galo. 107 delas nos anos de 2009 e 2010. O jogador atenta para o fato e diz que foi uma peças mais regulares do elenco alvinegro dos últimos anos.

- Entre 2009 e 2011 eu tive uma sequência que até o nosso preparador físico elogiou. Ele disse que há muito tempo não via uma sequência tão forte. Em menos de uma ano e meio eu consegui fazer 100 jogos e isso é muito difícil aqui dentro do Atlético – comentou.

Apontado pela torcida e por parte da imprensa como um atleta instável, Werley afirma que está mais maduro neste quarto ano de profissional pelo Atlético, graças ao trabalho com jogadores mais experientes. Entretanto, faz uma ressalva e diz que no dia em que seu futebol não for mais necessário, ele vai procurar outro lugar para trabalhar.

- Hoje sou um jogador mais experiente, até mais maduro por causa da convivência com os outros jogadores, mas a verdade às vezes dói. No dia que um treinador não quiser mais contar comigo eu simplesmente pego minhas coisas e vou para outro lugar para jogar – concluiu.

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