Brasil mira melhorar finais na natação, mas evita previsões

Ricardo de Moura, chefe da delegação na Olimpíada de Londres, diz que meta é superar desempenho em Pequim

Rafael Valesi - 20/07/2012 - 09:39 Enviado especial a Londres (ING)

Ricardo Moura (Foto: Satiro Sodré/AGIF)

Superar o desempenho da Olimpíada de Pequim. Esta é a meta da natação brasileira para os Jogos de Londres, realizados quatro anos depois. Na ocasião, o país deixou a China com seis finais e duas medalhas, o ouro de Cesar Cielo nos 50m livre e o bronze dele mesmo nos 100m livre.

A comissão técnica, como é de praxe, evita uma previsão de medalhas para a competição na Inglaterra para não colocar pressão sobre os atletas, mas deixa claro que colocar mais nomes entre os oito melhores do mundo é o objetivo.

Para Ricardo de Moura, chefe da delegação da natação do Brasil em Londres, fazer previsões para este ano está mais complicado do que o normal.

- O ano de 2012 foi atípico. Muitas personalidades não estão integrando suas equipes olímpicas, e tem gente boa subindo, inclusive a gente. Essa geração representa isso. Nossa previsão é sempre melhorar o quadro anterior, chegamos em seis finais, sempre buscamos uma melhora em função disso. Mas nos Jogos Olímpicos sempre há surpresas. Para se ter uma ideia, a Fina (Federação Internacional de Natação) fez uma previsão antes do Mundial de Xangai (em 2011) e errou 80% - falou De Moura, em entrevista coletiva da equipe da natação nesta sexta-feira no centro de treinamento de Crystal Palace, em Londres.




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