Na volta de Nenê, Brasil vence a Nova Zelândia facilmente

Pivô terminou com nove pontos e quatro rebotes no triunfo por 73 a 49 nesta terça

- 26/06/2012 - 22:38 Fábio Aleixo, enviado especial a São Carlos (SP)

Brasil x Nova Zelândia - Torneio Eletrobrás de Basquete (Foto: Gaspar Nóbrega/Inovafoto)

A Seleção Brasileira teve uma estreia muito tranquila no Super 4 de São Carlos, na noite desta terça-feira, no Ginásio Milton Olaio Filho, em São carlos. Mesmo sem poder contar com Marcelinho Huertas e Tiago Splitter (poupados) e Leandrinho (com problema de seguro), a equipe venceu a Nova Zelândia por 73 a 49.

A noite marcou o retorno de Nenê ao time brasileiro. Em sua cidade natal, o pivô foi bastante aplaudido e ovacionado pelos cerca de 2 mil torcedores que compareceram ao ginásio e contriubuiu com nove pontos e quatro rebotes no triunfo.

O cestinha da partida foi o ala Marquinhos, com 14 pontos. O jogo marcou ainda a estreia de Larry Taylor com a camisa da Seleção. Recém-naturalizado brasileiro, o americano fez quatro pontos.

Nesta quarta-feira, às 21h30 (de Brasília), o Brasil enfrenta a Nigéria. Antes, às 19h30, a Nova Zelândia enfrenta a Grécia.

O JOGO

O Brasil começou o jogo exercendo muita pressão na saída de bola neozelandesa. Em várias ocasiões, de dois a três jogadores ocuparam o campo do rival. A tática surtiu efeito, mesmo com o técnico Rubén Magnano rodando todo o elenco. No primeiro período, os únicos que não entraram em quadra foram Nezinho e Augusto Lima.

Apenas no início da partida, a Nova Zelândia conseguiu impor um pouco de resistência. A única vez que a equipe da Oceania ficou a frente do placar foi quando fez 5 a 4.

Foi aí que Nenê anotou seus dois primeiros pontos no retorno à Seleção, para deixar o Brasil em vanatagem de 6 a 5. Daí em diante, a equipe nacional não perdeu mais o controle do marcador.

O pivô, entretanto, teve de sair de quadra com mais de quatro minutos para o fim do período. Com duas faltas, deu lugar a Caio Torres, que entrou bem e anotou cinco pontos na parcial.

O ponto fraco da Seleção nesse período inicial foram os lances livres. De seis tentados, converteu apenas um.

No segundo quarto, Magnano continuou com as trocas constantes. Os únicos que tiveram mais de dez minutos em quadra foram Marcelinho Machado, Guilherme Giovannoni, Nenê e Marquinhos. Este último, aliás, foi o principal anotador do primeiro tempo, com oito pontos.

A defesa seguiu com o ritmo forte e contou com a fragilidade dos neozelandeses para permitir apenas sete pontos ao adversário na parcial. O Brasil foi para o intervalo com a partida praticamente liquidada, já que vencia por 33 a 16.

O segundo tempo serviu apenas para cumprir tabela e para o técnico Rubén Magnano fazer mais observações e colocar em quadra Augusto Lima, o único que não havia entrado. O Brasil diminuiu bastante seu ritmo defensivo no terceiro quarto e permitiu aos neozelandeses anotarem 16 pontos, a mesma quantidade que haviam feito nos dois anteriores.

No último quarto, o Brasil manteve a vantagem tranquila e protagonizou alguns lances de efeito, como uma cravada de Nenê, que levantou a torcida.

Confira as estatísticas completas do jogo

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