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Primeira aparição em Olimpíadas: 1900
O hipismo é a única modalidade dos Jogos Olímpicos em que atleta e animal formam um conjunto. E a importância de cada um é de tal forma dividida que o hipismo também é um dos poucos esportes em que homens e mulheres competem uns contra os outros. A história da modalidade se confunde com a história da própria civilização, quando o homem começou a usar o cavalo como meio de locomoção e passou a adestrá-lo. Mas foi só em 1921 que foi criada a Federação Eqüestre Internacional. A esta altura, o hipismo já era largamente praticado em suas três categorias.
Saltos é a categoria mais conhecida e, dependendo da competição, ganha quem percorrer um trajeto determinado no menor tempo possível, derrubar o menor número possível de obstáculos ou somar o maior número de pontos. No adestramento, o vencedor é determinado por uma avaliação de juízes, que julgam as performances nos movimentos obrigatórios e na coreografia livre. Por fim, o concurso completo de equitação (CCE) é uma categoria cuja disputa dura três dias, envolvendo adestramento, prova de fundo (subdividida em quatro etapas) e saltos.
O hipismo possui grande equilíbrio de forças se for levado em conta a divisão por países. Brasil, Canadá, Estados Unidos (Américas) e França, Holanda, Reino Unido e Suécia constituem a elite da modalidade e conquistaram medalhas em Atenas.
Liderado pelo campeão Rodrigo Pessoa, que não montará Baloubet du Rouet no concurso de saltos, o Brasil, que tem garantida a classificação em todas as provas em Pequim, espera repetir a boa campanha da última Olimpíada.
Provas: adestramento individual, adestramento por equipes, CCE individual, CCE por equipes, saltos individual e saltos por equipes.
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