Lancenet

Rio

  • Botafogo
  • Flamengo
  • Fluminense
  • Vasco

São Paulo

  • Corinthians
  • Palmeiras
  • Santos
  • São Paulo

+ Futebol

  • Atlético MG
  • Cruzeiro
  • Grêmio
  • Internacional


Publicada em 12/6/2010 às 11:11

1928: Satanás, ídolo e muralha corintiana

Tuffy, mais conhecido como Satanás, foi o primeiro goleiro xodó da torcida

Del Debbio, Tuffy e Grané: o sucesso no clube os levou à Seleção Paulista da Apea, na qual o goleiro jogava de branco, diferentemente do que usava no Timão

Del Debbio, Tuffy e Grané: o sucesso no clube os levou à Seleção Paulista da Apea, na qual o goleiro jogava de branco, diferentemente do que usava no Timão (Crédito: Arquivo Corinthians)

LANCEPRESS!

Gilmar, Leão, Dida, Ronaldo... As metas corintianas já foram defendidas por grandes nomes ao longo dos quase cem anos de História. Porém, o primeiro goleiro que se tornou um ídolo alvinegro atendia pelo apelido de Satanás.

Tuffy nasceu em Santos e defendeu o A.A das Palmeiras, o Santos, o América de Pernambuco e o Sírio antes de chegar ao Parque São Jorge, em 1928. O incomum apelido surgiu pelo costume de jogar, na maioria das vezes, inteiramente vestindo preto.

Tuffy conservava grandes costeletas e fazia o estilo galã, muito antes de Emerson Leão. O goleiro do Timão, inclusive, chegou a participar de um filme, em 1931. A relação dele com o cinema ficaria ainda mais forte após terminar a carreira, quando virou gerente de um cinema, o Cine Santa Helena.

Antes de chegar ao Corinthians, o goleirão chegou até a enfrentar o Alvinegro defendo a Seleção Brasileira, em 1925 – história já publicada nesta série especial.

As grandes atuações e muitas defesas de pênalti, fizeram de Satanás uma legenda no Parque São Jorge. Em apenas quatro anos de Corinthians, Tuffy sagrou-se campeão paulista por três vezes.

Quando faleceu, em 1935, vítima de pneumonia dupla, Satanás teria sido sepultado junto com a camisa de goleiro do Corinthians.

O famoso trio final

Tuffy construiu a História dele no Timão com a ajuda de outros dois companheiros que, juntos, formavam o “trio final”. A escalação corintiana com Tuffy, Del Debbio e Grané representava tanta força à defesa que levou o Timão ao segundo tricampeonato paulista dele (1928, 1929 e 1930). Os três também defenderam juntos a Seleção Paulista em algumas ocasiões.

‘Estreia’ com gol relâmpago no Parque

Dois anos. Esse foi o tempo que o Corinthians teve de esperar para disputar a primeira partida como mandante no Parque São Jorge após a compra do terreno. A demora acontece, porque a diretoria decidiu fazer uma grande reforma no local.

Para comemorar a inauguração, nada melhor do que um jogo festivo. Na ocasião, o Timão enfrentou o América-RJ, no jogo entre os campeões estaduais de 1922, ano do centenário da Independência do Brasil.

Mesmo sem a vitória corintiana, o amistoso entrou teve importância dupla. Tudo porque, bem no jogo inaugural da Fazendinha, saiu o gol mais rápido da da História do estádio. Ele foi marcado pelo atacante De Maria, logo aos 29 segundos. O jogador ainda marcaria mais uma vez, mas o placar terminou em 2 a 2.

Por conta do duelo, o Timão recebeu a Taça Char de la Victoire, feita em bronze, Em compensação, o clube ofereceu ao rival a Taça Vada.

Copie o código abaixo e cole no seu blog

 

<p><a href=""> 1928: Satanás, ídolo e muralha corintiana</a>, LANCEPRESS! - Tuffy, mais conhecido como Satanás, foi o primeiro goleiro xodó da torcida</P>

 

Fechar






Minuto L! Africa 2010

16h38 Fábio Carille: a mente de Mano Menezes
16h35 Procurado, Parreira diz que não recusou o Corinthians
16h34 Centenário muda panorama de Vasco x Timão
16h33 Em nota oficial, Corinthians nega que tenha procurado Joel Santana
16h31 Ronaldo reafirma que volta está próxima
Error processing SSI file
Error processing SSI file
Untitled Document




Home

LANCE!Activo
Aqui é você que manda
Fala galera

Quem deve entrar no lugar de Jorge Henrique?

Enviar opinião Ver resultados

Iarley merece ser titular após os retornos de Ronaldo e Dentinho?

Enviar opinião Ver resultados

Copyright (c) 2008 Diário LANCE! Todos os direitos reservados