Grana? Gobbi diz que alegria da Fiel seria prêmio pela final

Presidente do Corinthians esquece lado financeiro em caso de passagem à final e diz que felicidade da torcida é o que importará

Rodrigo Vessoni - 19/06/2012 - 12:44 São Paulo (SP)

Mário Gobbi foi ao lançamento do livro de Andrés Sanchez na noite desta segunda-feira

Passar pelo Santos e chegar à final da Copa Libertadores renderá dinheiro aos cofres do Corinthians (bilheteria e premiação) e também muita alegria para a Fiel. Para o presidente Mário Gobbi Filho, o segundo item é o único que terá importância em caso de sucesso nesta quarta no Pacaembu.

Durante o lançamento do livro do ex-mandantário do clube Andrés Sanchez, na noite da última segunda-feira, o dirigente alvinegro foi questionado se a passagem à decisão seria um alívio para o lado financeiro do clube. E respondeu assim:

- A única coisa que eu penso é de ver o povo corintiano feliz, isso não há dinheiro que pague, nada mesmo. Eu não consigo pensar em mais nada, não sei quanto vem de receita, isso é com o financeiro. Eu não consigo ter essa visão técnica, eu penso como um torcedor mesmo, em querer ganhar, e não pelo dinheiro que vai entrar. Por mais que entre, nada paga o corintiano sorrindo - afirmou.

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Mário Gobbi não escondeu que, a poucas horas do confronto com o Santos, a ansiedade é um sentimento que não se pode ignorar.

- Penso no Corinthians numa final, ganhando títulos, isso me emociona, me deixa ansioso, me deixa numa grande espectativa, é difícil porque tem outros três clubes na disputa, falta muito para o titulo. Mas acho que nós vivemos um momento mágico, de alegria ao Corinthians, é a segunda semifinal da nossa história. Eu acho que o Corinthians amadureceu muito em termos de Libertadores, isso me deixa feliz, colabora com a tesão que dizíamos que disputando íamos vencer, você precisa pegar o jeito de jogar, isso se pega jogando - lembrou.

Na noite de lançamento do livro 'O Mais Louco do Bando', os outros dirigentes corintianos compareceram ao evento. E também falaram da expectativa em relação à semifinal contra o Santos, nesta quarta-feira, no Pacaembu.

- Preferia um milhão de vezes estar jogando. Chego em casa tarde, fico ansioso e minha mulher até briga: "você quer voltara a jogar?" Tenho picos. É uma mistura de sentimentos, de muita expectativa - revelou Edu, ex-volante e hoje gerente de futebol.

- Não tem como não ficar ansioso, é um fato inédito na história do clube. Perco sono e como bem menos - afirmou o diretor de futebol Roberto de Andrade.

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