Teixeira pode distribuir recursos com assessores, o que foi praxe
Tio de Ricardo Teixeira e secretário da CBF foi presenteado com R$ 374,4 mil após o penta na Ásia
Michel Castellar - 18/11/2010 - 07:00
Além de poder ficar com os lucros do Comitê Organizador da Copa de 2014 Ltda, o presidente e sócio da empresa Ricardo Teixeira, tem o direito de também distribuir os dividendos com seus diretores. E a julgar por episódios anteriores, os profissionais do comitê poderão ser bem recompensados.
Em 2002, após a vitória do Brasil na Copa da Coreia e Japão, um dos principais beneficiados por Teixeira foi o seu tio e secretário Geral da Confederação Brasileira de Futebol (CBF), Marco Antônio Teixeira. Na ocasião, o sobrinho presenteou o parente com um total de R$ 374,4 mil como recompensa pela participação no Mundial.
Mas Teixeira não premiou somente seus parentes. Seus assessores diretos também não foram esquecidos.
O assessor Alexandre Silva da Silveira, o motorista Odair Araújo Silva, além do chefe de gabinete Ivan dos Santos Souza receberam, cada um, R$ 75 mil. Já os jogadores e a comissão técnica receberam R$ 426 mil cada.
Na ocasião, o presidente da CBF se defendeu, via assessoria de imprensa, dizendo que todos trabalharam na Copa e mereciam o dinheiro recebido. Ainda alegou que qualquer empresa tem o direito de remunerar seus funcionários se uma meta for alcançada.
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