Espaço paraolímpico

Meu nome é Paulo Vitor Ferreira. Sou fanático por esportes adaptados e fiz a cobertura do Parapan 2007, do Meeting Internacional, do Circuito Loterias Caixa e de três clubes do Rio (Flu, Bota e Fla). Fui comentarista do SporTV e da TV BRASIL, onde trabalho, e colunista do LANCE! durante os Jogos de Pequim.

pvlancenet@hotmail.com

Papo com uma bela repórter - Parte 2

postado por Paulo Vitor

Após um período de descanso no Maranhão, voltei ao trabalho na TV BRASIL. Hoje, publico a última parte da entrevista com a jornalista Bruna Gosling (SporTV).

Lancenet! - A imprensa conseguiu entender a importância do esporte paraolímpico? Existe uma evolução ou ainda falta muito para que a cobertura seja considerada de muita qualidade?

BRUNA GOSLING - A imprensa internacional já vem mostrando uma boa evolução. Nas Paraolimpíadas de Pequim, por exemplo, eram cerca de 6 mil Jornalistas do mundo inteiro cobrindo o evento, um número nunca visto antes. No âmbito nacional, eu ainda acho que o assunto só ganha destaque quando estamos próximos ou durante uma competição importante, como os Jogos Paraolímpicos e Parapan-americanos; Espero, um dia, ver mais matérias sobre o esporte paraolímpico ao longo do ano, seja o período que for, tendo ou não uma competição pela frente. E mais: acho que as reportagens devem abandonar o tom piegas. Destacando a superação sim, mas, também os resultados, as metas, as rivalidades, enfim, tudo que envolve o esporte de alto rendimento.


L! - Você já foi a quantos Jogos Paraolímpicos?Qual a diferença que você
notou na cobertura?

BG - Depois de cobrir à distância duas Paraolimpíadas, 2000 pela TVE e 2004 pelo SPORTV, na emissora, finalmente realizei meu sonho! Pude cobrir as Paraolimpíadas de Pequim de lá da China, enviando matérias e entrevistas diariamente para o canal. Sem dúvida, cresceu muito a quantidade de material exibido e de eventos transmitidos no Brasil, isso em telejornais variados de diferentes emissoras, fechadas e abertas. O SPORTV, durante os 11 dias de competição em Pequim, ficava ao vivo das 22h até 06h, exibia o Momento Olímpico, uma mesa redonda diária onde se debatia com convidados os principais assuntos do dia. O canal ainda mostrava os feitos dos brasileiros em todos os seus programas diários, Redação Sportv, Tá na Área, Arena Sportv, Sportv News etc;


L! - Jornalistas com deficiência devem fazer parte do cotidiano das redações?

BG - Por que não? Basta gostar da profissão, se identificar com essa ou aquela editoria e se empenhar como qualquer outro profissional. A empresa também precisa fazer sua parte e providenciar adaptações para que o Jornalista tenha condições de exercer sua função. Em Pequim, tanto o IBC quanto o MPC tinham adaptações para Jornalistas com deficiência, tais como informações em Braile, mesas de computador mais baixas para cadeirantes, rampas de acesso, etc. Certo dia, antes dos Jogos começarem, fui cobrir o treino da Seleção Brasileira de Futebol de 5. Me deparei com um Jornalista deficiente visual que trabalhava para uma Rádio chinesa. Ele estava encostado na Banda da quadra, com um gravador, captando os sons do treino do Brasil, enquanto um amigo ao seu lado descrevia a cena. Tudo isso, AO VIVO para a tal Rádio. Achei o máximo! Ele até me entrevistou pra descobrir uns segredinhos da nossa seleção, favorita ao ouro. Mas eu, espertamente, também revertia as perguntas dele pra descobrir os segredinhos da seleção chinesa, time misterioso que estreava em Paraolimpíadas e que prometia surpreender. Tanto é que a final foi entre Brasil e China, com vitória para nós, ainda bem! E o radialista estava lá na Final! Bom, no Brasil, eu conheço a Jornalista e tenista Carla Maia, de Brasília.

L! - O que mudou na sua vida ao observar a rotina de pessoas com deficiência?
BG - Aprendi a vê-los com admiração, sem o olhar de piedade que tinha antes.


L! - Existe limite para esses indivíduos?

BG - Existe a limitação física. Todos nós temos alguma espécie de limitação. Já o Limite, este é proporcional à vontade e à alegria de viver de cada um.

L! - O que você já viu em sua carreira dentro e fora do esporte que te emocionou?

BG - Vou citar um momento recente que me emocionou muito. Um dos momentos mais marcantes da Cerimônia de Abertura dos Jogos Paraolímpicos de Pequim foi a coreografia do Bolero de Ravel quando cerca de cem crianças dançaram diante de uma chinesinha chamada Li Yue. A menina não tinha uma das pernas e era a principal bailarina em cena. Ela brilhava no meio daquela multidão do Ninho de Pássaro! No dia seguinte, eu pensei: "Quero entrevistar esta menina". E lá fomos nós: eu, a produtora Camila Orllandi e o cinegrafista Rogério Romera. Li Yue, 12 anos, era bailarina desde novinha. No Terremoto de Sichuan, 3 meses antes dos Jogos de Pequim, ficou soterrada por 70 horas e precisou amputar a perna esquerda para se livrar dos escombros; Quando chegamos ao quarto do Hospital onde Li Yue estava internada, em Pequim, para tratamento de fisioterapia, dei de cara com uma menina alegre, esperta e muito, muito graciosa; Ela e a mãe nos deram uma bela entrevista. Li Yue ainda quer ser bailarina quando crescer. Eu saí de lá bastante emocionada.

L! - Como foi a cobertura em Pequim? Quais foram seus destaques no esporte
adaptado em 2008?

BG - Trabalhar nas Paraolimpíadas de Pequim foi o momento mais especial da minha carreira e um dos mais importantes de minha vida. Foi mágico assistir ao desempenho fantástico da nossa delegação que terminou os Jogos em 9º lugar com 47 medalhas; conhecer a cultura milenar chinesa e um povo tão diferente do nosso; saber que o país manteve a mesma organização, o mesmo cuidado, a mesma atenção dos jogos olímpicos para os jogos paraolímpicos, com uma procura inacreditável de público; trabalhar com o maior prazer e com uma equipe maravilhosa do meu canal; me aproximar dos atletas ainda mais e mostrar a eles que estava ali não apenas uma jornalista, mas também uma amiga torcendo e vibrando muito por eles! A primeira medalha de ouro do Daniel Dias, no primeiro dia de competições no Cubo D'água, me fez chorar. Era só a primeira medalha de 9!!!

Por isso, claro, Daniel Dias foi um dos "meus" destaques de 2008; assim como o velocista Lucas Prado, 3 ouros em Pequim; o Judoca Tetracampeão Antonio Tenório (que gigante!); a nadadora Verônica Almeida, que levou um bronze muito bonito; as duas dobradinhas de Andre Brasil e Phelipe Rodrigues (50m e 100m livre) foram demais também; todos os jogadores e comissão técnica do Futebol de 5, Bicampeão; nosso super Clodoaldo, que superou a dor de ser reclassificado em Pequim e competiu para ajudar os amigos do revezamento, levando uma prata e um bronze; a destaco, por fim, os sul-africanos Natalie du Toit e Oscar Pistorious que arrasaram em Pequim, na piscina e na pista!!

09/01/2009 14:24

 

Entrevista com um campeão - Parte 1

postado por Paulo Vitor

Danilo Binda Glasser. Dez anos de seleção brasileira de natação paraolímpica. Duas medalhas de bronze em dois Jogos (Sydney-2000 e Atenas-2004). Dois recordes mundiais nos 50m livre S10 e um nos 100m livre da mesma classe Comentarista do SporTV durante a Paraolimpíada de Pequim. Criador do primeiro site sobre a natação para pessoas com deficiência (www.paradesporto.com.br). Esse é o resumo do currículo invejável de um campeão do esporte adaptado. Essa é apenas a primeira parte de uma entrevista maravilhosa.


Quando você começou na cobertura paraolímpica?

Começamos em maio de 2001, eu, Fabiano Machado e Moisés Batista.


Por que escolheu cobrir o desporto para pessoas com deficiência?

Não pelo fato de sermos atletas paraolímpicos, mas sim pela pobreza que era esse segmento na época. Quando íamos viajar nem mesmo nossos familiares tinham informações dos nossos resultados, salvo quando telefonávamos.


Você acredita que as modalidades adaptadas são importantes para a
divulgação do tema da acessibilidade?

Acredito fielmente. Em qualquer segmento, o espelho é importante e sabemos que no esporte, espelhos, ídolos são fundamentais, e o esporte paraolímpico faz isso. Um exemplo fantástico é o que fez a China por conta das Paraolimpíadas. Não só concedeu pensão vitalícia a todo medalhista de ouro como lutou bravamente para adaptar toda a cidade em todos os setores possíveis. Aqui no Brasil a coisa também vem mudando, claro, a passos de tartaruga, mas só o fato de estar mudando já é muito para nosso país.


O país aprendeu a respeitar as pessoas com deficiência? O que falta?

O país aprendeu não seria o termo correto, pois não é num todo que isso vem acontecendo. Porém, a mudança existe e poucos já estão aprendendo. Como costumo falar, devido à maravilhosa convivência que tive com o Vital (Severino Neto), presidente do Comitê Paraolímpico Brasileiro (CPB), estamos num processo de evolução. Assim como existia a escravidão, não tínhamos o direito ao voto e tudo mudou, acredito que nosso movimento também vem mudando. Hoje alguns atletas já são ídolos, vistos como heróis nacionais e isso é resultado desse respeito.




Você já foi a quantos Jogos Paraolímpicos? Qual a diferença que você
notou na cobertura?

Eu disputei Sydney 2000 e Atenas 2004, e a diferença é gritante. Em Sydney 2000 minha família ficou sabendo da minha primeira medalha porque telefonei para falar. Em Pequim foi tudo mostrado ao vivo. Muitas vezes os atletas falaram real-time com seus parentes, coisa que para nós em 2000 era impossível. Falar ao vivo com a medalha no peito com meu filho? Piada, né...
Meu sonho é que em 2012 mude ainda mais. Que toda a imprensa esteja in loco em Londres cobrindo todas as modalidades, com muito mais canais transmitindo ao vivo. Hoje alguma parte da imprensa fala do esporte paraolimpico por prazer, por vontade própria, e nao por pressão, por terem sidos pagos para falar.


Pessoas com deficiência merecem oportunidades no mercado de trabalho?
Danilo: Claro que sim, óbvio. Já quanto a se destacar, todo deficiente se destaca em qualquer que seja sua área de atuação, sabe por que? Pois tiram de letra qualquer adversidade, qualquer barreira ou tarefa a que se defrontar. Isso se você pesquisar numa agência de correios, numa empresa aérea e quaisquer outras que empregam as pessoas com deficiência. Isso é fato, o resultado é certo.

31/12/2008 01:32

 

Viajar é sempre bom

postado por Paulo Vitor

Viajo nesta segunda-feira, às 15h30, para o Maranhão (terra da minha mãe). Feliz ano novo a todos. Continuarei publicando algumas notinhas e entrevistas, mas em um ritmo mais lento até o dia 5 de janeiro.

29/12/2008 12:58

 

Bate-papo com Bruna Gosling - Parte 1

postado por Paulo Vitor

O blog entrevistou algumas personalidades do movimento paraolímpico. A primeira foi a talentosa jornalista Bruna Gosling, do canal SPORTV.

LANCENET - Quando você começou na cobertura paraolímpica?

BRUNA GOSLING - Comecei a trabalhar com Jornalismo Esportivo em 2000, exatamente durante os Jogos Paraolímpicos de Sydney. Eu era estagiária do programa Stadium, na TVE Brasil. Meu primeiro contato direto com o esporte paraolímpico veio logo no mês seguinte, quando fui fazer uma reportagem com o atleta carioca Anderson Lopes, medalhista em Sydney no Lançamento de Dardo e Disco. Até hoje somos amigos, Anderson me ensinou muito sobre o movimento e sou muito grata a ele por essa paixão que despertou em mim pelo paradesporto.



L! - Por que escolheu cobrir o desporto para pessoas com deficiência?

BG - A TVE Brasil sempre divulgou muito bem o desporto para pessoas com deficiência, então, trabalhando no Stadium durante 2 anos, acabei me interessando pelo assunto, mas, ao mesmo tempo, eu lidava com todas as outras notícias do mundo esportivo. A idéia de me aprofundar, estudar e conhecer as regras, os atletas, as modalidades do esporte paraolímpico surgiu durante as Paraolimpíadas de Atenas, em 2004. Nesta época, eu já trabalhava no SPORTV, canal que também incentiva muito a prática de esportes para pessoas com deficiência. Nós transmitimos ao vivo os jogos da Grécia e eu tive o prazer de conhecer muitas pessoas bacanas do movimento, que trabalharam conosco como comentaristas durante a cobertura. A partir de então, passei a acompanhar in loco competições nacionais e internacionais, onde, convivendo com os atletas e técnicos, vendo a alegria, o esforço e a seriedade de todos, percebi que eu tinha a missão de ajudá-los a divulgar o movimento através da ferramenta que tinha em mãos, o Jornalismo.

L! - Você acredita que as modalidades adaptadas são importantes para a divulgação do tema da acessibilidade?

BG - Sem dúvida. O cidadão, quando é visto praticando uma modalidade adaptada, é visto como atleta. Mas, antes de tudo, ele também é visto como um cidadão com o direito de ir e vir comum a todos. Se ele pode chegar ao ginásio para treinar o vôlei sentado, ele pode também chegar ao Banco, ao Shopping ou ao Mercado. E a sociedade, os governantes têm o dever de facilitar este deslocamento para ele.

29/12/2008 12:50

 

Campeonato Brasileiro de Tênis de Mesa - resultados

postado por Paulo Vitor

A repórter e mesatenista Carla Maia (medalha de prata na CLASSE 2-3) foi buscar a informação e o blog publica os resultados do Brasileiro de Tênis de Mesa Paraolímpico. Confira abaixo alguns deles. Colocarei os outros (a maioria) um pouco mais para frente.

Classificação geral por clubes:

1º Lugar - ADFGO - GO
2º Lugar - RIZZONE-DF
3º Lugar - ADFP - PR

CLASSE 1 MASCULINO
1º LUGAR ACTM- FRANCISCO SALES
2º LUGAR RIZZONE- ALOÍSIO LIMA
3º LUGAR CFF-IVANILDO SOUZA
3º LUGAR ADFGO-MARCILIO COSTA

CLASSE 2-3 FEMININO
1º LUGAR ADFP-ROSANGELA DALCIN
2º LUGAR RIZZONE - CARLA MAIA
3º LUGAR ADFGO- ELZA SA
4º LUGAR ADFP - SILMARA SANTOS

CLASSE 8-9 FEMININO - JANE RODRIGUES FOI A CAMPEÃ!

1º LUGAR ADFGO - JANE RODRIGUES
2º LUGAR CLUBE PORTUGUES - VALERIA PEREIRA
3º LUGAR CLUBE PORTUGUES - MARAISA SANTOS


CLASSE 7 MASCULINO
1º LUGAR RIZZONE - CRISTOVAN JAQUES
2º LUGAR AITM - GILBERTO ONOFRE
3º LUGAR CLUBE PORTUGUES - JOSUÉ DA SILVA
3º LUGAR CPSP - LUCAS PAULA

CLASSE 8 MASCULINO
1º LUGAR ACTM - FRANCISCO MELO
2º LUGAR CRF RONDONIA - JOÃO NASCIMENTO
3º LUGAR AJATM - PAULO SALMIN
3º LUGAR CPSP - MARCELO SANTOS

CLASSE 9 MASCULINO
1º LUGAR CPSP - EDIMILSON PINHEIRO
2º LUGAR BRC - CARLOS CARBINATTI
3º LUGAR CLUBE PORTUGUES - LUIZ EDUARDO
3º LUGAR CPSP - REGINALDO GOMES

CLASSE 10 MASCULINO
1º LUGAR FLAMENGO - MÁRIO RIBEIRO
2º LUGAR ADFGO - BASÍLIO OLIVEIRA
3º LUGAR RIZZONE - MARCELO KANEGAE
3º LUGAR ADAA - ALEXANDRE CALDEIRA

29/12/2008 12:41

 

Campeonato Brasileiro de Tênis de Mesa

postado por Paulo Vitor

A jornalista e mesatenista cadeirante Carla Maia (TV BRASIL) escreveu sobre o Campeonato Brasileiro de Tênis de Mesa Paraolímpico. Em um estilo mais solto e divertido, Carla analisa a competição. Leia abaixo.

Os atletas de tênis de mesa paraolímpico jogaram de cabeça quente o campeonato brasileiro de 2009. Não estavam nervosos por encerrar as competições do ano e definir o ranking brasileiro. É que em pleno verão do mês de dezembro, a cidade do evento, Fortaleza, era só calor.

Para as bolinhas seguirem direitinho suas trajetórias, não dá para ter vento no local dos jogos. Teve muito cadeirante de classe baixa (os tetrinhas que não suam) tomando banho de torneira, com toalha molhada na cabeça ou mendigando as salas com ar-condicionado do ginásio. Sofreram um pouquinho, mas não desistiram da disputa. 97 atletas paraolímpicos se inscreveram. O evento também chamou atenção por ocorrer pela primeira vez junto com jogos do atletas convencionais, aqueles sem deficiência. Esse pessoal competiu, no mesmo dia, o brasileiro de seleções estaduais.

Dos mesatenistas famosos da modalidade convencional, estava lá Hugo Hoyama. Recordista em medalhas de ouro em pan-americanos, gostou da idéia de unir os mesatenistas convencionais e paraolímpicos. Disse que assim, um pode aprender com o outro. Bom mesmo depois de suar no ginásio, foi ir às praias da cidade cearense refrescar a cabeça das vitórias e derrotas.

Mas calma! O fim das competições de 2008 não significa férias. Dias 17 e 18 de janeiro, na cidade de Brasília, já tem a seletiva para definir os integrantes da seleção brasileira de tênis de mesa paraolímpico para o primeiro semestre de 2009. A CBTM convocará os atletas que participarão desta seletiva por meio do ranking. Fiquem espertos!

26/12/2008 15:13

 

TROFÉU POLÊMICA

postado por Paulo Vitor

Escolhi os melhores do ano. Os nomes vão gerar polêmica. Caso os internautas pretendam enviar seus nomes preferidos e criar outras categorias, o blog publicará rapidamente. Mande e-mail para pvesporte@gmail.com ou pvlancenet@msn.com.br

DESTAQUE MASCULINO: ANTÔNIO TENÓRIO (JUDOCA TETRACAMPEÃO PARAOLÍMPICO) - OURO -100KG (CEGUEIRA TOTAL)

DESTAQUE FEMININO: SHIRLENE COELHO – PRATA NO LANÇAMENTO DE DARDO F35-38 (HEMIPLEGIA LADO ESQUERDO)

REVELAÇÃO MASCULINA: TITO SENA – MARATONA T46 (ATLETAS COM DEFICIÊNCIA FÍSICA) – PRATA

REVELAÇÃO FEMININA: VERÔNICA ALMEIDA – BRONZE NOS 50M CLASSE S7


MELHOR OFICIAL TÉCNICO OU/E COORDENADOR: RODERLEY FERREIRA – FUT-5 – OURO

MELHOR EQUIPE: SELEÇÃO DE FUTEBOL DE CINCO

MELHOR TÉCNICO: MARCOS ROJO – TREINADOR DO NADADOR DANIEL DIAS


REPÓRTER DO ANO: BRUNA GOSLING – SPORTV

MELHOR FOTÓGRAFO: SAULO CRUZ

COBERTURA JORNALÍSTICA – IMPRESSO: LANCE!

COBERTURA JORNALÍSTICA – TV: TV BRASIL E SPORTV

26/12/2008 12:27

 

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Últimas notícias paraolímpicas
NOTÍCIAS PARAOLÍMPICAS

 

Tática de rugby

O técnico da seleção brasileira de rugby em cadeira de rodas, André Veloso, e o defensor da equipe Guerreiros da Inclusão Marcelo Monteiro explicaram um pouco sobre a tática de defesa nesse esporte.

Segundo treinador e jogador, os dois defensores precisam proteger os cones e o central fecha o meio para que nenhum adversário apareça para marcar ponto. Esta tática é chamada de defesa em chave. O outro jogador fica à espera, fora da área, de um contra-ataque. No rugby para cadeirantes, os times possuem quatro atletas em quadra.


ENQUETE

Quem vai brilhar em Londres-2012?

Mateus - Fut-7
Phellipe Rodrigues - Natação
Liwisgton - Atletismo
Eduardo Mayr - Rugby
Outro (a)

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