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FLÁVIO GARCIA
Apaixonado por esporte, mas um desportista frustrado há 32 anos, sou jornalista esportivo há 12. Já trabalhei em rádio, agência de notícia, assessoria de imprensa e entrei na empresa ainda estagiário. Hoje, sou um dos editores do Diário LANCE! e comento o futebol carioca
flaviog@lancenet.com.br |
Este blog mundoupostado por Futebol Carioca O meu blog sobre futebol carioca mudou de endereço. Os comentários sobre os jogos da noite de quarta-feira pela Copa do Brasil já podem ser feitos em novo endereço: http://blog.lancenet.com.br/FLAVIO
Esta foi minha última postagem por aqui. Visitem a nova casa deste blog.
Abraços |
Pitacos tricolorespostado por Futebol Carioca Diante do que foi o jogo desta quarta-feira, dá para dizer com segurança que a derrota de 1 a 0 para o Corinthians não foi tão ruim assim para o Fluminense. Com o jogo de volta daqui a uma semana no Maracanã, o placar foi de bom tamanho.
O Tricolor esteve numa noite muito ruim. Principalmente, no primeiro tempo, quando sofreu o gol logo com dez minutos. Até melhorou um pouquinho na segunda etapa, mas muito pouco para ameaçar o gol corintiano. Thiago Neves e Maicon tiveram chance de marcar, mas erraram na conclusão.
O Corinthians, por seu lado, após abrir o placar, mandou no jogo e perdeu vários gols, sendo um deles acertando a trave. Foi lucro sair para o intervalo só com 1 a 0.
Na disputa particular entre Fred e Ronaldo, melhor para o segundo. O atacante tricolor pouco foi acionado e saiu para buscar jogo no meio-de-campo. Longe da área fica difícil render. Já o Fenômeno correu e perdeu gols como poucas vezes fez desde sua chegada ao Corinthians.
Maicon acabou sendo a melhor opção de ataque do Flu, que passou a ser mais perigoso a partir da entrada de Conca. Thiago Neves, muito marcado, também pouco fez. Os laterais estiveram muito mal, assim como Edcarlos e o melhor tricolor acabou sendo Fernando Henrique.
O resultado dá para ser recuperado no jogo da volta, mas vai precisar melhorar muito. |
Pitacos rubro-negrospostado por Futebol Carioca Num jogo em que um time se preocupou mais em defender, no caso do Inter, e outro sofreu com velhos problemas para fazer gol, no caso do Flamengo, o empate em 0 a 0 foi o resultado mais previsível possível. O placar não se mexeu, mas o jogo desta quarta-feira foi muito bom. É certeza de emoção para a volta, daqui a uma semana, no Beira-Rio.
Bolas na trave foram três. Everton e Juan, pelo Flamengo, e Andrezinho, pelo Inter. Esta última foi acompanhada de uma sequência de defesas espetaculares de Bruno já nos acréscimos.
Mas o fato é que só um time se dispôs a jogar no Maracanã. O Flamengo pressionou desde o início, criou chances, mas, mais uma vez, falhou na hora de concluir. Já o Inter se defendeu com oito jogadores e depositou suas esperanças no trio de frente, formado por D'Alessandro, Taison e Nilmar. Muito pouco para aquele que é apontado como o melhor time do Brasil no momento.
E o trio de ataque do Inter foi anulado pela defesa do Flamengo, bem posicionada, desta vez atuando com dois zagueiros e reforçada por Toró no meio-de-campo. O Colorado pouco produziu. No primeiro tempo, só uma falta de longe de D'Alessandro obrigou Bruno a trabalhar, enquanto o Flamengo, além das bolas na trave, assustou com Angelim.
Como em outros jogos, as mudanças no ataque do Flamengo não surtiram efeito. Erick Flores e Obina substituíram Everton e Emerson, mas irritaram mais do que ajudaram. Depois, Josiel entrou e nem foi notado. Não à toa, a torcida terminou o jogo hostilizando Obina e clamando por Adriano, que nem começou a treinar. É o desespero por gols. |
Pitacos vascaínospostado por Futebol Carioca O penúltimo jogo contra o Vitória é de péssima lembrança para o torcedor vascaíno. Mas o último, o desta quarta-feira, será lembrado pela goleada de 4 a 0 que praticamente garantiu o time carioca nas semifinais da Copa do Brasil.
Foi uma daquelas noites mágicas. A torcida, mais uma vez, se fez presente em bom número e apoiou o time, fazendo festa em São Januário; o Vasco jogou bem e precisou de quatro chutes a gol para chegar à vitória. Isso mesmo, os quatro chutes do Vasco que tiveram a direção do gol entraram.
Apesar do placar dilatado, o jogo teve momentos de equilíbrio, sobretudo no primeiro tempo. Com grande ajuda de Luciano Almeida, do Vitória, que lhe deu o passe, Carlos Alberto, um dos destaques vascaínos, abriu o placar. Elton, que foi discreto, fez mais um antes do intervalo.
Muito recuado na primeira etapa, o Vitória começou pressionando no segundo tempo, mas um gol de Paulo Sérgio, de falta, causou certo desânimo aos baianos. Logo depois, Luciano Almeida voltou a ser decisivo... para o Vasco, ao colocar a mão na bola e ser expulso. Na cobrança da falta, mais ou menos do mesmo lugar do gol de Paulo Sérgio, Nilton soltou a bomba e fechou o caixão do Rubro-Negro, que saiu de campo com a certeza de que só um milagre vai evitar que o Vasco se classifique para as semifinais.
Um belo presente de grego dado pelo Vasco no dia do aniversário do Vitória. |
No troca-troca dá empatepostado por Futebol Carioca O Lancenet! está com uma enquete no ar: que clube leva a melhor no troca-troca entre Zé Roberto e Wellington Paulista: Flamengo ou Cruzeiro?
Para mim, nenhum dos dois. Os dois times vão receber jogadores que não fazem boa temporada e que alternaram titularidade e reserva. Na disputa, dá empate.
Zé Roberto teve mais chances no Flamengo, mas não rendeu, sobretudo quando foi escalado no ataque. Na sua real posição, no meio-de-campo, recebeu poucas oportunidades.
Já Wellington Paulista, artilheiro do Carioca de 2008 pelo Botafogo, chegou com pompa de contratação mais cara do Cruzeiro na temporada. Mas não rendeu o esperado e estava na reserva de Thiago Ribeiro e Kléber.
Você acha que a mudança de ares fará bem aos dois jogadores? Que clube leva vantagem? |
E o Fluminense virou Vascopostado por Futebol Carioca Ao ver a nova camisa número 2 do Fluminense lançada nesta segunda-feira, a primeira coisa que pensei foi: "Ih, está a cara do Vasco!". Particularmente, não gostei. Me causou estranheza, por mais que ela tenha sido feita por uma boa causa: homenagear o tetracampeonato carioca entre 1906 e 1909.
No entanto, a maioria dos tricolores com os quais conversei aprova a nova camisa. "Está linda demais", chegou a dizer um deles.
E você? O que achou da nova camisa?
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Pitacos alvinegrospostado por Futebol Carioca Empatar com o Santo André não chega a ser um bom resultado. Mas diante das circunstâncias dá para dizer que o 1 a 1 foi um prêmio para o Botafogo. O Alvinegro não desistiu do jogo em momento algum e foi recompensado com o gol de Victor Simões aos 39 minutos do segundo tempo, quando o time da casa parecia mais preocupado em se defender. Prêmio para uns, castigo para outros.
O empate acabou sendo o resultado mais justo, por mais que a arbitragem de Wilson Souza de Mendonça tenha deixado de marcar um pênalti de Pablo Escobar em Jean Coral e a trave tenha evitado duas vezes no mesmo lance que a bola de Victor Simões entrasse aos 18 minutos.
O jogo foi equilibrado, sobretudo no primeiro tempo. Cada time teve duas chances de gol e o Santo André foi mais eficiente e saiu na frente com Nunes. Na segunda etapa, o Botafogo foi mais ofensivo, enquanto o Santo André praticamente abdicou do jogo. O empate acabou sendo um prêmio pelo esforço alvinegro em buscar o gol.
O mais importante foi começar o Brasileiro sem perder, ainda mais para um time como o Santo André, que deve brigar contra o rebaixamento. |
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