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FABRIZIO GALLAS
Fabrizio Gallas passou a acompanhar o tênis aos 10 anos com Meligeni nas Olimpíadas 1996 e há quase quatro anos acompanha de perto o circuito como editor do site Tenis News e colunista do Diário Lance e da revista argentina Solo Tenis
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Bellucci perdeu uma chance de OUROpostado por Tênis Aquele jogo de estreia contra Carlos Moya fez muita falta para Thomaz Bellucci pegar o ritmo adequado do torneio e do piso. Depois de ganhar por WO, o paulista começou bem, mas games ruins no meio do segundo set derrubaram sua confiança e a intensidade foi pro espaço.
Garcia-Lopez vinha embalado por ter ganho de Marin Cilic, mas o brasileiro estava com um aparente domínio das ações e já havia ganho do rival em duas oportunidades. Bellucci não poderia ter deixado essa chance escapar sem ter o top 10 na chave e tendo como adversário nas oitavas o argentino Juan Monaco tenista pelo qual derrotou na final de Santiago (some aí a vantagem psicológica) e que certamente entrará desgastado após jogar 3h contra Juan Carlos Ferrero. Era uma chance clara de fazer 4as de final de um Masters 1000 tão importante.
Mas, fazer o que ? É focar nas próximas semanas e em Miami que vem pela frente.
Outro que perdeu uma boa oportunidade de fazer 3a. rodada e entrar no top 100 foi Ricardo Mello. Abriu 1 set a 0 contra o espanhol Albert Montañes e teve vários breaks no meio da segunda etapa.
Curtinhas:
Marcos Daniel resolveu disputar o challenger de Sunrise buscando alguns pontos para evitar a queda do top 100 já que defende 118 pontos na semana.
Nicole Vaidisova vai se casar com Radek Stepanek em julho e se aposentará aos 20 anos segundo fontes informam. Os dois estavam noivos há muito tempo e a musa tcheca enfrenta problemas de mononucleose desde 2008. Sem querer ser chato, mas fazendo apenas uma lembrança. Stepanek esteve com Martin Hingis quando a suíça voltou a jogar mal e ir ladeira abaixo até a aposentadoria após ser pega com cocaína em Wimbledon. Agora com Vaidisova acontece algo parecido... |
Safin: 'Aprenderam a jogar com o Nadal'. Wilander: 'Espanhol não tem obssessão pelo topo'postado por Tênis Coletiva de imprensa com Marat Safin e uma pequena entrevista exclusiva com o ex-número 1 do mundo Mats Wilander é o que eu trago pra você hoje. O tema foge propriamente deles e se remete ao espanhol Rafael Nadal que vive o drama das lesões no joelho. Ambos ainda acreditam que seja cedo para dizer que Rafa esteja acabado.
"É muita especulação a questão se o Nadal volta ou não. É cedo demais pra dizer que ele está acabado. Ele teve várias derrotas ultimamente , mas ainda está lá como 2, 3 do mundo. É mais uma questão de confiança. Com certeza na temporada de saibro ele voltará a ganhar bastante. Temos outro lado que os principais jogadores aprenderam a jogar e ganhar do Nadal", disse Safin, tenista que esteve no topo em 2000 e se retirou no ano passado com problemas de confiança e algumas lesões, entre elas uma no joelho.
Wilander, dono de 7 títulos de Grand Slam, fez um pequeno comparativo de Nadal com seu colega e contemporâneo Bjorn Borg na forma de jogar e está um pouco mais pessimista em relação à Safin. Segundo o sueco, Nadal tem obssessão de voltar ao topo do ranking: "O Borg foi mais uma questão de falta de motivação e também questão política pois a ITF excluiu ele do jogo criando um regra que tinha que disputar determinado número de torneios e ele não aceitava. O Nadal foi mais a questão física e não mental. Não sei se ele vai conseguir mais jogar com esse joelho. A única similaridade é que os dois tem e tinham que fazer muita força pra vencer partidas".
"Nadal está jogando mais por causa de Roland Garros, Wimbledon, Australian Open, US Open e não pelo número 1. Número 1 é mais pra mídia, e tanto ele como o Federer querem jogar pra ganhar os grandes torneios. Pro Nadal não existe a obssessão de ser o número 1 mais, se ele for é mais a questão de estar ali registrado no computador. Tanto faz".
Frases de dois nomes fortes do nosso tênis sobre uma das maiores estrelas do circuito atual. Deixo a caixa aberta para discussões. Nadal deixou mesmo a obssessão pelo número 1 ? Ele pode parar tão cedo como Bjorn Borg ?
Sobre Bellucci - Se Thomaz teve duplo azar em Acapulco como havia me referido, acabou tendo sorte em dobro em Indian Wells, mas que pode ser prejudicial. Primeiro viu o segundo melhor tenista do ano, Marin Cilic, perder para Guillermo Garcia Lopez, tenista pelo qual e ganhou duas vezes. Mas horas depois nem entrou em quadra para derrotar Carlos Moya que abandonou com dores no pé. O lado ruim é a falta de ritmo de Thomaz na Califórnia mesmo tendo feito uma partida de duplas.
Pelo menos a chave está aberta para ir às oitavas de final. |
Safin é uma figura!postado por Tênis A coletiva de imprensa do Rio Champions ontem foi uma das melhores que já presenciei nesses mais de 5 anos cobrindo o circuito. Muito divertida principalmente pela presença de Marat Safin, uma pessoa muito inteligente, espirituosa e que não tem papas na língua.
Essa é a primeira vez que Safin disputa um torneio depois que se aposentou em outubro passado e deu pra ver que o russo está com a corda toda, mais solto, mais alegre, muito diferente daquele Safin do ano passado sisudo, mau-humorado (mas não deixava de ser sincero) talvez pressionado pelos últimos dias como profissional e chateado com as repetitivas perguntas sobre a aposentadoria (pude presenciar isso em Madri e Roland Garros).
Safin, que estreia hoje no Rio Champions no Maracanãzinho (vale a pena conferir, o preço dos ingressos não está caro), soltou várias pérolas que as trago aqui pra vocês com os respectivos links.
"Infelizmente o Guga roubou o meu número 1, algo que nunca vou esquecer e nem perdoar" - http://www.tenisnews.com.br/modules.php?name=News&file=article&sid=30856
"Desde que iniciei no profissional aprendi que não valia ir para a América do Sul jogar os torneios que distribuíam US$ 300 mil. Eu ia ter que jogar muito, fazer partidas longas contra caras muito duros como o Fernando Meligeni, Juan Ignacio Chela, Gaston Gaudio, ou o Guga e ia parar sempre no máximo na semi e ia ganhar coisa de US$ 10 mil. Daí não ia dar nem pra pagar minha passagem de volta. Enquanto isso lá na Europa eu ia ter jogos mais fáceis e ia tirar menos do bolso." http://www.tenisnews.com.br/modules.php?name=News&file=article&sid=30860
"Ser jogador e técnico é uma coisa muito diferente. Como técnico você tem que transmitir ao jogador o que ele precisa fazer dentro e fora da quadra. Não sou um cara para isso e nem estou e estarei pronto para tal trabalho. Quero seguir trabalhando com o tênis e outros esportes, mas não como treinador".
http://www.tenisnews.com.br/modules.php?name=News&file=article&sid=30858
"Se eu fosse assim, só bebesse, me divertisse com mulheres e fosse para a noite, teria conseguido conquistar o que conquistei ? Eu teria que ser ou muito talentoso ou muito organizado ou então tem gente que mente muito".
http://www.tenisnews.com.br/modules.php?name=News&file=article&sid=30857
Deixo a caixinha aberta para comentários sobre as palavras do russo.
Curtinhas:
Em meio às palavras do ex-número 1, nomes como Wilander, Courier, Meligeni, Pioline entre riam e concordavam que Safin é um fanfarrão até brincando: "Esse circuito é calmo, tranquilo, o Safin é que destoa do grupo, mas vamos tentar mudá-lo". |
Brasil x Uruguai será no saibro. SP, Bauru e Blumenau na brigapostado por Tênis O blog entrou em contato hoje com o presidente da Confederação Brasileira de Tênis, Jorge Lacerda, e ele nos passou algumas informações sobre o duelo contra o Uruguai que ocorre no início de maio e vale uma vaga para os Playoffs do Grupo Mundial da Copa Davis.
A decisão sobre o local do confronto sai na semana que vem, dia 17 de março, mas Lacerda adiantou que as cidades de São Paulo, Bauru (SP) e Blumenau (SC), sede do Banana Bowl, apresentaram propostas para sediar o evento. Os dois primeiros tem apoio das respectivas Prefeituras, foram vistoriados quanto à infra-estrutura e aprovados, mas ainda falta analisar a proposta da cidade catarinense ainda será vista ainda nessa semana pela CBT.
As duas primeiras postulantes estão um pouco acima do nível do mar (SP e Bauru cerca de 700m), mas Blumenau (21 metros) foge um pouco da ideia de fazer o jogo na altura dada pelo novo capitão João Zwetsch e Emilio Sanchez Vicario, coordenador da CBT: "O João quer um local com um pouco de altura pras condições ficarem mais rápidas e dificultar os uruguaios", disse Jorge Lacerda.
O piso escolhido será o saibro outdoor: "Como todos os jogadores estarão no meio da temporada de saibro, o João e o Emilio pediram para que não mudasse ao piso rápido. Eles querem um saibro duro pro jogo ficar rápido".
Sobre o duelo, Jorge acredita que os uruguaios vão dificultar a vida de Thomaz Bellucci e cia: "Uruguai será difícil. Tem um jogador entre 50 do mundo (Pablo Cuevas), uma dupla boa e o Marcel Felder que é perigoso. Mas temos boas condições de avançar". |
Bellucci tem uma grande montanha a escalar em Indian Wellspostado por Tênis Foi sorteada ontem a chave do Masters 1000 de Indian Wells. Pela primeira vez desde Miami 2004 um brasileiro será cabeça-de-chave de um Masters 1000 - obviamente Guga foi o último a obter tal façanha. A estreia, na segunda rodada, parece não ser muito difícil. Um qualifier ou o espanhol Carlos Moya. O ex-número 1 do mundo ainda não fez uma boa apresentação no seu retorno às quadras após um ano parado.
Avançando, Thomaz terá que escalar o grandalhão Marin Cilic, quase 2 metros de altura, que só perdeu dois jogos no ano e tem o segundo melhor desempenho da temporada perdendo apenas para Roger Federer. Um tenista que bate plano na bola e vem com muita confiança principalmente no piso rápido.
Será complicado para Thomaz passar às 8as, mas quem sabe não tenhamos uma surpresa.
A chave do Nadal está teoricamente fácil até as quartas quando pauleiras como Davydenko e Djokovic surgem. Resta saber as condições físicas após mais uma lesão no joelho. Federer tem um caminho razoável também até as quartas onde pode enfrentar Roddick e reviver a final da Austrália contra Murray.
Djokovic é quem parece ter se dado pior entre os tops. Pode reviver a final de 2008 logo em sua estreia contra Mardy Fish e depois pega o regular e competente Kohlschreiber na 3a. rodada. Pra quem não lembra, Kohli eliminou Nole na terceira rodada de Roland Garros.
- Djokovic jogou 8h no final de semana, fez uma viagem desgastante e ainda terá que se reacostumar ao piso rápido.
- O sérvio não vem jogando bem ultimamente, mas vem vencendo. Agora é a hora dele enfrentar adversários mais fortes. Será que aguenta ? Vamos ver. Eu não aposto nele para o título.
Curtinhas:
Marcos Daniel estreia contra o holandês De Bakker. Nada fácil o primeiro jogo de Marquito que joga um Masters pela primeira vez. De Bakker não é um tenista especialista no piso rápido, mas o gaúcho está longe de bons resultados na superfície.
Ricardo Mello e Thiago Alves tem ótimas chances de furar o quali nesta quarta-feira com tenistas de menor ranking. Não podem desperdiçar a oportunidade. |
Sou fã de Nalbandian. Brasil tem que passar pelo Uruguaipostado por Tênis É politicamente incorreto dizer que gosta ou não de tal jogador do ponto de vista jornalístico onde a imparcialidade tem que ser o principal pilar. Mas diante de tanto talento dentro de quadra e comprometimento por um país não posso deixar de dizer que sou fã de David Nalbandian.
Analisando friamente Nalbandian fora das quadras não é dos melhores. Seboso, arrogante e gosta sempre de ser notado, O ESTRELA. Com a imprensa não tem tanto respeito, como pude notar na final de 2008 direto de Mar del Plata. Mas David contrariou uma tendência dos tops atuais em desprezar essa competição tão apaixonante que é a Copa Davis bem como uma ordem médica e mesmo com muitas dores na perna direita deu o seu coração e foi fundamental numa vitória que parecia impossível da desfalcada argentina - sem Juan Martin Del Potro e Juan Monaco e com vários estreantes (Leonardo Mayer, Eduardo Schwank e Horacio Zeballos).
O time sueco pecou por ter apenas um jogador - Robin Soderling -, a falta de uma boa dupla que poderia ser formada por Robert Lindstedt e Simon Aspelin ( o segundo não foi selecionado entre os quatro da equipe) e outros dois tenistas que vem jogando muito pouco no circuito profissional sofrendo com lesões.
Nalbandian tem marcado para jogar o Masters 1000 de Indian Wells onde ganhou convite, mas após esse sacrifício pode extender algumas semanas fora das quadras. Mas a paixão por jogar pela Argentina e conquistar a Davis que persegue desde o início da década ainda é forte.
A Argentina vai às quartas e pegará a Rússia fora de casa na reedição da final de 2006 vencida pelos russos de Marat Safin, um confronto que, se tiverem todos os titulares (Del Potro, Davydenko, Nalbandian, Youzhny e cia.) será de arrepiar e sem favoritos independente do piso.
Novak Djokovic tirou outro peso das costas. Semanas atrás havia defendido um título pela primeira vez em Dubai e agora venceu John Isner e classificou a Sérvia pela primeira vez às quartas do Grupo Mundial após bater algumas vezes na trave diante de Espanha e Rússia nos últimos anos. Nole não teve uma grande atuação em seus jogos, talvez dado pela pressão de jogar com o peso de ser número 2 do mundo diante de francos-atiradores, mas na raça conseguiu a vaga histórica.
A Sérvia fará um duelo que promete muito equilíbrio diante da Croácia fora de casa. Um confronto que promete ser bom dentro e talvez perigoso fora das quadras já que os países viveram dias de guerras na década de 90. Quem não lembra dos confrontos de torcedores sérvios x croatas em edições passadas do Australian Open ?
Outro duelo será França x Espanha. Os espanhois confirmaram a classificação hoje enquanto os franceses estavam folgados. Mais uma vez Ferrer decidiu assim como foi importante na final do ano passado. O duelo de quartas promete e já vejo que a presença de Rafael Nadal pode ser difícil já que os franceses querem um piso rápido com quique baixo. O encontro será jogado em julho uma semana depois de Wimbledon jogado na grama. Vai depender do desempenho de Rafa na grama sagrada e é claro de seu joelho.
E o Brasil ? Não seria de todo mal colocar um piso rápido para dificultar a vida do Uruguai de Pablo Cuevas. Bellucci demonstra muita evolução na superfície e Ricardo Mello pode ser a segunda opção. Mas no piso que for, o Brasil tem mais time e não pode desperdiçar essa chance de jogar os Playoffs em setembro. Brasil x Uruguai será em maio ainda sem local definido.
Deixo a caixinha aberta para os comentários sobre os duelos de primeira rodada do Grupo Mundial. O que você achou da participação de Nalbandian e Djokovic nesse final de semana ? Eles podem se comprometer para Indian Wells ? E o Brasil passa fácil pelo Uruguai ou corre riscos ? Comente! |
Argentina enfim descobre um bom duplista. Nalbandian joga ?postado por Tênis Ao fim de 2008, após a derrota da Argentina diante da Espanha, ressaltava que o time carecia de um bom duplista para a Copa Davis. Por necessidade nossos hermanos encontraram uma pérola chamada Horacio Zeballos.
Já era sabido, para quem acompanha o circuito, que Zeballos tinha boa qualidade na disciplina ao obter bons resultados ao lado de Lucas Arnold (sempre jogou bem duplas, mas nunca rendeu tanto na Davis nos últimos anos e tem comportamento explosivo em quadra) e Juan Monaco (duplistas brasileiros vira e mexe estão perdendo pra ele), mas além de mostrar um saque de canhoto aberto que incomoda e bons voleios, Zeballos teve muita personalidade nesta que foi sua estreia em Davis.
Nos dois tie-breaks teve o serviço nas mãos para defnir, encaixou um ace no segundo set e na hora de fechar uma partida sacou novamente bem e voleou de forma sensacional.
A atuação de Nalbandian também ajudou no bom rendimento de Zeballos. Os dois se entenderam e se completaram muito bem. Nalba esteve bem na rede (não tanto quanto Zeba), mas devolveu firme os potentes saques dos rivais. Essa dupla cairá muito bem na equipe.
Neste domingo o milagre argentino pode ser realizado para um time desmantelado com os desfalques de Del Potro e Monaco. Nalbandian fez mistério, disse que a princípio não joga nas simples amanhã, mas ainda vai ver com o capitão Tito Vazquez, mas pela fome com que o ex-top 3 está e que veio hoje até sem a perna direita ele entra em quadra amanhã.
No meu ponto de vista, a opção correta do capitão seria manter Leonardo Mayer para enfrentar Soderling na primeira partida. Seria muito risco colocar Nalbandian para enfrentar um tenista com muito mais ritmo em simples e é muito melhor dar o crédito a Mayer que jogará com pouquíssima pressão (já venceu sua primeira partida em Davis). O ideal seria colocar Nalbandian no jogo que provavelmente decidirá o encontro, diante de Joachim Johansson. Mesmo que esteja sem ritmo e sofrendo com alguma dor estará em condições parecidas ao oponente que vem sem muito ritmo de torneios e já cansado do primeiro dia.
Nos outros confrontos vitórias previsíveis e fáceis da República Tcheca e e da Croácia jogando Equador e Alemanha pra repescagem. Esperava um duelo mais parelho na França, mas os donos da casa se impuseram. Tsonga tem um incrível histórico de 7 a 0 em simples na Copa Davis.
Duelo emocionante está entre EUA x Sérvia. Ontem e hoje jogos equilibrados com participação de 20 mil torcedores, algumas polêmicas em discussão de pontos na quadra de saibro e os sérvios podendo definir amanhã com Novak Djokovic. Nole, assim como em Dubai, não vem jogando bem. O saque continua deficiente, com muitas duplas-faltas. Após vencer a partida contra querrey na sexta-feira, o número dois tirou a camisa e deu pra ver umas fitas que ajudam a conter dores no ombro. Possível que aí esteja a explicação. Mesmo assim acredito que Djokovic passe por Isner e classifique o time da casa.
Como era previsto, o Brasil pega o Uruguai na final do Zonal Americano em casa. Pro início da semana que vem comento sobre o duelo. |
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