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FABRIZIO GALLAS
Fabrizio Gallas passou a acompanhar o tênis aos 10 anos com Meligeni nas Olimpíadas 1996 e há quase quatro anos acompanha de perto o circuito como editor do site Tenis News e colunista do Diário Lance e da revista argentina Solo Tenis
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Bellucci tem uma grande montanha a escalar em Indian Wellspostado por Tênis Foi sorteada ontem a chave do Masters 1000 de Indian Wells. Pela primeira vez desde Miami 2004 um brasileiro será cabeça-de-chave de um Masters 1000 - obviamente Guga foi o último a obter tal façanha. A estreia, na segunda rodada, parece não ser muito difícil. Um qualifier ou o espanhol Carlos Moya. O ex-número 1 do mundo ainda não fez uma boa apresentação no seu retorno às quadras após um ano parado.
Avançando, Thomaz terá que escalar o grandalhão Marin Cilic, quase 2 metros de altura, que só perdeu dois jogos no ano e tem o segundo melhor desempenho da temporada perdendo apenas para Roger Federer. Um tenista que bate plano na bola e vem com muita confiança principalmente no piso rápido.
Será complicado para Thomaz passar às 8as, mas quem sabe não tenhamos uma surpresa.
A chave do Nadal está teoricamente fácil até as quartas quando pauleiras como Davydenko e Djokovic surgem. Resta saber as condições físicas após mais uma lesão no joelho. Federer tem um caminho razoável também até as quartas onde pode enfrentar Roddick e reviver a final da Austrália contra Murray.
Djokovic é quem parece ter se dado pior entre os tops. Pode reviver a final de 2008 logo em sua estreia contra Mardy Fish e depois pega o regular e competente Kohlschreiber na 3a. rodada. Pra quem não lembra, Kohli eliminou Nole na terceira rodada de Roland Garros.
- Djokovic jogou 8h no final de semana, fez uma viagem desgastante e ainda terá que se reacostumar ao piso rápido.
- O sérvio não vem jogando bem ultimamente, mas vem vencendo. Agora é a hora dele enfrentar adversários mais fortes. Será que aguenta ? Vamos ver. Eu não aposto nele para o título.
Curtinhas:
Marcos Daniel estreia contra o holandês De Bakker. Nada fácil o primeiro jogo de Marquito que joga um Masters pela primeira vez. De Bakker não é um tenista especialista no piso rápido, mas o gaúcho está longe de bons resultados na superfície.
Ricardo Mello e Thiago Alves tem ótimas chances de furar o quali nesta quarta-feira com tenistas de menor ranking. Não podem desperdiçar a oportunidade. |
Sou fã de Nalbandian. Brasil tem que passar pelo Uruguaipostado por Tênis É politicamente incorreto dizer que gosta ou não de tal jogador do ponto de vista jornalístico onde a imparcialidade tem que ser o principal pilar. Mas diante de tanto talento dentro de quadra e comprometimento por um país não posso deixar de dizer que sou fã de David Nalbandian.
Analisando friamente Nalbandian fora das quadras não é dos melhores. Seboso, arrogante e gosta sempre de ser notado, O ESTRELA. Com a imprensa não tem tanto respeito, como pude notar na final de 2008 direto de Mar del Plata. Mas David contrariou uma tendência dos tops atuais em desprezar essa competição tão apaixonante que é a Copa Davis bem como uma ordem médica e mesmo com muitas dores na perna direita deu o seu coração e foi fundamental numa vitória que parecia impossível da desfalcada argentina - sem Juan Martin Del Potro e Juan Monaco e com vários estreantes (Leonardo Mayer, Eduardo Schwank e Horacio Zeballos).
O time sueco pecou por ter apenas um jogador - Robin Soderling -, a falta de uma boa dupla que poderia ser formada por Robert Lindstedt e Simon Aspelin ( o segundo não foi selecionado entre os quatro da equipe) e outros dois tenistas que vem jogando muito pouco no circuito profissional sofrendo com lesões.
Nalbandian tem marcado para jogar o Masters 1000 de Indian Wells onde ganhou convite, mas após esse sacrifício pode extender algumas semanas fora das quadras. Mas a paixão por jogar pela Argentina e conquistar a Davis que persegue desde o início da década ainda é forte.
A Argentina vai às quartas e pegará a Rússia fora de casa na reedição da final de 2006 vencida pelos russos de Marat Safin, um confronto que, se tiverem todos os titulares (Del Potro, Davydenko, Nalbandian, Youzhny e cia.) será de arrepiar e sem favoritos independente do piso.
Novak Djokovic tirou outro peso das costas. Semanas atrás havia defendido um título pela primeira vez em Dubai e agora venceu John Isner e classificou a Sérvia pela primeira vez às quartas do Grupo Mundial após bater algumas vezes na trave diante de Espanha e Rússia nos últimos anos. Nole não teve uma grande atuação em seus jogos, talvez dado pela pressão de jogar com o peso de ser número 2 do mundo diante de francos-atiradores, mas na raça conseguiu a vaga histórica.
A Sérvia fará um duelo que promete muito equilíbrio diante da Croácia fora de casa. Um confronto que promete ser bom dentro e talvez perigoso fora das quadras já que os países viveram dias de guerras na década de 90. Quem não lembra dos confrontos de torcedores sérvios x croatas em edições passadas do Australian Open ?
Outro duelo será França x Espanha. Os espanhois confirmaram a classificação hoje enquanto os franceses estavam folgados. Mais uma vez Ferrer decidiu assim como foi importante na final do ano passado. O duelo de quartas promete e já vejo que a presença de Rafael Nadal pode ser difícil já que os franceses querem um piso rápido com quique baixo. O encontro será jogado em julho uma semana depois de Wimbledon jogado na grama. Vai depender do desempenho de Rafa na grama sagrada e é claro de seu joelho.
E o Brasil ? Não seria de todo mal colocar um piso rápido para dificultar a vida do Uruguai de Pablo Cuevas. Bellucci demonstra muita evolução na superfície e Ricardo Mello pode ser a segunda opção. Mas no piso que for, o Brasil tem mais time e não pode desperdiçar essa chance de jogar os Playoffs em setembro. Brasil x Uruguai será em maio ainda sem local definido.
Deixo a caixinha aberta para os comentários sobre os duelos de primeira rodada do Grupo Mundial. O que você achou da participação de Nalbandian e Djokovic nesse final de semana ? Eles podem se comprometer para Indian Wells ? E o Brasil passa fácil pelo Uruguai ou corre riscos ? Comente! |
Argentina enfim descobre um bom duplista. Nalbandian joga ?postado por Tênis Ao fim de 2008, após a derrota da Argentina diante da Espanha, ressaltava que o time carecia de um bom duplista para a Copa Davis. Por necessidade nossos hermanos encontraram uma pérola chamada Horacio Zeballos.
Já era sabido, para quem acompanha o circuito, que Zeballos tinha boa qualidade na disciplina ao obter bons resultados ao lado de Lucas Arnold (sempre jogou bem duplas, mas nunca rendeu tanto na Davis nos últimos anos e tem comportamento explosivo em quadra) e Juan Monaco (duplistas brasileiros vira e mexe estão perdendo pra ele), mas além de mostrar um saque de canhoto aberto que incomoda e bons voleios, Zeballos teve muita personalidade nesta que foi sua estreia em Davis.
Nos dois tie-breaks teve o serviço nas mãos para defnir, encaixou um ace no segundo set e na hora de fechar uma partida sacou novamente bem e voleou de forma sensacional.
A atuação de Nalbandian também ajudou no bom rendimento de Zeballos. Os dois se entenderam e se completaram muito bem. Nalba esteve bem na rede (não tanto quanto Zeba), mas devolveu firme os potentes saques dos rivais. Essa dupla cairá muito bem na equipe.
Neste domingo o milagre argentino pode ser realizado para um time desmantelado com os desfalques de Del Potro e Monaco. Nalbandian fez mistério, disse que a princípio não joga nas simples amanhã, mas ainda vai ver com o capitão Tito Vazquez, mas pela fome com que o ex-top 3 está e que veio hoje até sem a perna direita ele entra em quadra amanhã.
No meu ponto de vista, a opção correta do capitão seria manter Leonardo Mayer para enfrentar Soderling na primeira partida. Seria muito risco colocar Nalbandian para enfrentar um tenista com muito mais ritmo em simples e é muito melhor dar o crédito a Mayer que jogará com pouquíssima pressão (já venceu sua primeira partida em Davis). O ideal seria colocar Nalbandian no jogo que provavelmente decidirá o encontro, diante de Joachim Johansson. Mesmo que esteja sem ritmo e sofrendo com alguma dor estará em condições parecidas ao oponente que vem sem muito ritmo de torneios e já cansado do primeiro dia.
Nos outros confrontos vitórias previsíveis e fáceis da República Tcheca e e da Croácia jogando Equador e Alemanha pra repescagem. Esperava um duelo mais parelho na França, mas os donos da casa se impuseram. Tsonga tem um incrível histórico de 7 a 0 em simples na Copa Davis.
Duelo emocionante está entre EUA x Sérvia. Ontem e hoje jogos equilibrados com participação de 20 mil torcedores, algumas polêmicas em discussão de pontos na quadra de saibro e os sérvios podendo definir amanhã com Novak Djokovic. Nole, assim como em Dubai, não vem jogando bem. O saque continua deficiente, com muitas duplas-faltas. Após vencer a partida contra querrey na sexta-feira, o número dois tirou a camisa e deu pra ver umas fitas que ajudam a conter dores no ombro. Possível que aí esteja a explicação. Mesmo assim acredito que Djokovic passe por Isner e classifique o time da casa.
Como era previsto, o Brasil pega o Uruguai na final do Zonal Americano em casa. Pro início da semana que vem comento sobre o duelo. |
Palpites para a 1a. rodada da Copa Davispostado por Tênis Conhecidos os jogos dos encontros de primeira rodada da Copa Davis através do sorteio realizado nesta quinta-feira é a hora para dar palpites. Lembro que são apenas palpites baseados no momento de cada jogador ou equipe e o fator casa. Não tenho uma bola de cristal para acertar tudo.
Meus favoritos para irem às quartas de final do Grupo Mundial são: Espanha, França, Rússia, Suécia, Croácia, Sérvia, Rep. Tcheca e Chile. Previsível não ? A falta de alguns tops fez com que meu pensamento ficasse assim.
Espanha x Suíça - A atual bicampeã não perde no saibro e em casa desde 1999 quando sucumbiu ao time liderado por Guga em Lérida (ou Lleida). Placar de 3 a 2 pra mim com a decisão no quarto jogo e o quinto sendo apenas amistoso.
França x Alemanha - A França vence por 4 a 1, mas no meu entender a falta de experiência de Monfils, que abre a série e nunca venceu em Copa Davis, vai dar um susto nos donos da casa. Mesmo assim um Tsonga e uma dupla forte fará três pontos seguidos.
Rússia x Índia - Russos vencem por 4 a 1 perdendo apenas nas duplas pros especialistas Bhupathi/Paes. Mesmo sem Davydenko (lesionou o pulso), o time da casa é amplamente superior aos asiáticos nos jogos de simples.
Suécia x Argentina - Confronto mais equilibrado. Mesmo com um Soderling sendo o bicho papão do evento e jogadores inexperientes argentinos do outro lado, a opção do capitão sueco por Joachim Johansson é arriscada já que o mesmo não está com muito ritmo de jogo. A adesão de Nalbandian nas duplas e possível encontro de domingo dará mais disputa no encontro. Acredito que o time sueco leva por 3 a 2 na definição ocorrendo no último dia.
Croácia x Equador - Acredito na motivação de Nicolas Lapentti para bater Ivo Karlovic no primeiro jogo e depois o time croata vai passear até fechar 3 a 1 e finalizar a série por 4 a 1. Nico venceu o único duelo contra o grandalhão no carpete de Lyon em 2008. A dupla os croatas vão mudar ao menos que Cilic e Karlovic joguem 5 horas cada um.
Sérvia x EUA - Outro confronto duro e uma incógnita pela reação dos tenistas americanos, John Isner e Sam Querrey, que não tem nenhuma e pouca experiência em Davis. O jogo de duplas promete ser emocionante já que estarão três dos quatro melhores do mundo em quadra. Acredito numa vitória Sérvia por 3 a 2 suado com o comando de Djokovic.
Bélgica x Rep. Tcheca - O retrospecto mostra 3 a 3 no confronto direto entre Berdych x Rochus e Stepanek x Malisse no primeiro dia de jogos. Mas vou pelo momento dos tchecos que é um pouco melhor. Eles definem no sábado e fecham por 4 a 1.
Chile x Israel - Os chilenos estão tocados pelo terremoto que devastou o país e tem muito mais qualidade no saibro do que os rivais. Pra mim fecham por 4 a 1 definindo no quarto jogo. Apenas a dupla ficará com o time visitante.
E pra finalizar, o Uruguai leva o duelo contra a Rep. Dominicana por 3 a 2 comandando por Pablo Cuevas que decidirá o duelo no quarto jogo contra Victor Estrella. Desse encontro sai o adversário do Brasil em maio.
Deixo a caixinha pra você leitor comentar. Concorda com meus palpites ? Quais os seus ? |
Copa Davis pode ter sets mais curtospostado por Tênis Neste final de semana será disputada a primeira rodada da Copa Davis. Temos confrontos como Sérvia x EUA, Espanha x Suíça, Suécia x Argentina, que tinham tudo para dar o que falar, mas que infelizmente não trarão seus melhores jogadores, ou por lesões ou pelo interminável problema do calendário/alteração de piso.
Apenas Novak Djokovic jogará dentro do grupo dos cinco melhores do mundo e Robin Soderling, Marin Cilic e Fernando Gonzalez no top 10. Muito pouco para a tradicional e uma das mais emocionantes competições do tênis.
Não quero entrar no tema novamente do calendário que já discuti algumas vezes aqui e sim trazer uma declaração um tanto inovadora de Francesco Ricci Bitti, presidente da ITF, que organiza da Davis.
As palavras foram para o jornal francês L´Equipe. O italiano está cogitando encurtar os sets dos jogos na Copa Davis: "Teríamos benefício ao mudar os sets para ter tiebreak no 4/4", disse. O que você acha dessa ideia ?
Eu sou totalmente contra. Fazer tie-break em 4/4 perderia toda a essência de uma Copa Davis. Se for pra fazer isso a melhor ideia seria encurtar para melhor de 3 sets ao invés de 5. Mas ainda acredito que uma solução boa seria começar os jogos na quinta-feira ao invés de sexta, trazendo um dia de descanso para a definição das simples no domingo.
A caixinha de comentários está aberta pra você leitor. O 4/4 e tiebreak só é usado, atualmente, em torneios interclubes como o Brasileiro por exemplo e vence quem chega até 5 pontos primeiro. |
Challenger de Santiago é cancelado e afeta os brasileirospostado por Tênis O blog trocou emails nesta segunda e terça-feira com Benjamin Benzaquen. O diretor do challenger de Santiago (Chile) me confirmou hoje o CANCELAMENTO do torneio, que começaria no dia 8, devido ao forte terremoto de 8,8 graus na Escala Richter no último sábado.
Benzaquen afirmou que o Club Providencia, onde seria realizado o torneio que distribui US$ 35 mil + hospedagem (dá 80 pontos no ranking da ATP) não foi afetado pelos tremores, mas outros problemas de logística e 'fuga' de patrocinadores provocou tal decisão.
"Foi cancelado", afirma Benjamin ao blog: "Por razões de infra-estrutura no país. O Aeroporto de Santiago funciona com 50% da capacidade, os patrocinadores acreditam que não é o momento para realizar um evento esportivo que tem muito de show e no Chile ainda estão contabilizando os desaparecidos. Não quiseram apoiar um torneio que requer publicidade em meios gráficos, de rádio ou televisão. Os patrocinadores não quiseram entrar no esporte em um momento como este. O Chile é um país pequeno (17 milhões de habitantes) e muito sensível com as coisas que acontecem como nesta tragédia".
O diretor afirmou que pretende realizar o challenger ainda este ano e procura uma nova data junto à ATP.
O terremoto matou 700 pessoas, temos 2 milhões de desabrigados e dadas às circunstâncias ditas pelo diretor do torneio, essa era a decisão certa a se tomar. Recuperar o país é muito mais do que realizar um torneio de tênis.
Infelizmente os mais afetados com a notícia são os tenistas brasileiros que optaram em não jogar o qualifying do Masters 1000 de Indian Wells (não é barato ir para a pequena cidade da Califórnia) para somar pontos na América do Sul.
O Brasil vinha forte pra competição vários cabeças-de-chave como Marcos Daniel, João Souza (o Feijão), Ricardo Hocevar, Júlio Silva e Franco Ferreiro e outros nomes como Caio Zampieri, Rogério Dutra da Silva e Marcelo Demoliner.
Menos mau que nenhum destes tenistas defendia muitos pontos na competição.
Curtinhas:
Sobre a realização confirmada do duelo Chile x Israel na Copa Davis é uma decisão mais delicada do que a do challenger. Em primeiro pois o calendário da Copa Davis já causa problemas inúmeros aos tenistas e seria muito difícil colocar em outra data e outra por causa dos patrocinadores que são a maioria estrangeiros. O challenger pode perfeitamente ser jogado dentro de alguns meses. |
ATP ajuda tops a desvalorizarem ATPs 250 e 500postado por Tênis Dois torneios ficaram furiosos com o descaso de Andy Murray. Em Marselha, o diretor reclamou que o escocês pediu reserva em hotel 5 estrelas e convite para duplas ao lado de seu irmão, mas na hora H desistiu. Em Dubai, recebeu por fora US$ 250 mil como uma das estrelas, mas perdeu nas 8as e disse que não se preparou para adequadamente além de ter usado tática diferente a que usa em um torneio maior.
Murray é apenas um exemplo do que vem ocorrendo com jogadores top - focar apenas nos Grand Slams e Masters 1000 - algo que não ocorria com frequência até 2008. E a própria ATP é a responsável pela mudança. Alguns jogadores declaram em ocasiões que o ranking não é importante. Demagogia. Com o sistema de pontos dobrados, aumentou o abismo entre os Slams, Masters 1000 e os ATP 500, 250.
Outro motivo é que todos os top 30 são obrigados a jogar oito dos nove Masters 1000 (apenas Monte Carlo pode ser descartado) e todos os Majors. Qualquer tipo de lesão faz com que tal tenista some 0 nesses 12 eventos e não possa recuperar em outro menor. Além disso, o mesmo pode aderir os quatro melhores resultados em ATP 500 e outros dois ATP 250 ou challengers. Logo esse mecanismo evita jogar em grande quantidade os menores.
O mecanismo permitido que muitos diretores utilizam é o de oferecer uma quantia por fora aos top 10 para jogar esse tipo de competição, mas ainda assim vários dos principais nomes não dão o devido valor, como fez Murray, ou se tem algum pequeno problema físico não fazem qualquer esforço para jogar.
Por consequência, os 250 e 500, como o Brasil Open por exemplo, ficam cada vez mais desvalorizados e se limitam a ver apenas nomes de menor ranking e expressão. Para o diretor que não tanta grana por fora assim fica a maior dor de cabeça em fazer seu torneio atrativo.
Só para lembrar. Anos atrás o maior torneio do país atraía tops como Gaudio, Coria, que viviam bons momentos e nesta temporada sequer um top 20 tivemos (Ferrero era número 22).
O lado bom para o top é que ele tem o calendário mais enxuto, mas para os cinco, dez melhores, que sempre chegam às finais dos grandes eventos, acaba que o tiro sai pela culatra já que vários desses torneios obrigatórios são seguidos. Aí é conversa para outros posts...
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