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FABRIZIO GALLAS
Fabrizio Gallas passou a acompanhar o tênis aos 10 anos com Meligeni nas Olimpíadas 1996 e há quase quatro anos acompanha de perto o circuito como editor do site Tenis News e colunista do Diário Lance e da revista argentina Solo Tenis
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O Brasil pode se tornar uma potência no tênis ?postado por Tênis Fiz ontem uma entrevista com o capitão do time brasileiro da Copa Davis, Francisco Costa, e, com muita veemência e serenerinade ele me disse que o Brasil tem condições e está no processo para se tornar uma potência tenística.
"Desde que eu fui jogador, sempre acreditei que poderíamos ser um país com muitos jogadores lá em cima. Não me conformava em ter somente dois ou três no top 100", disse.
Para Chico, o tênis brasileiro deu um salto em 2008 e os jogadores estão incorporando uma cultura maior de profissionalismo, humildade, determinação dentro de quadra, respeito ao adversário e aos compatriotas.
O gaúcho acredita que é apenas questão de tempo para que tenhamos uma quantidade maior de tenistas lá em cima.
Chico tem uma opinião firme e é a qual eu acredito que possa vir acontecer. O Brasil está com uma série superior a 30 futures em uma temporada, colocamos mais de 10 tenistas entre os 300 primeiros, seis entre os 200 e algo que eu aplaudo é a união de nossos jogadores nos treinamentos como ocorreu nesta
pré-temporada com Bellucci, Alves, Mello e Hocevar treinando no Mesq.
Parte do sucesso dos argentinos é devido a essa ajuda. Eles viajam, treinam e jogam juntos no circuito. Claro que nem tudo são flores, problemas de egos existem como vimos na final da Copa Davis.
O Brasil tem material humano para conseguir sucesso. Para alguns falta a questão de patrocínio, mas não adianta ficar choramingando pelos cantos. É preciso trabalhar, persistir para conseguir a grana que só virá quando o tenista demonstrar potencial e trabalho.
Temos chance de ser uma potência sim, mas precisamos caminhar a mais passos largos nesses aspectos que Chico Costa falou. Fico na torcida para que aconteça rápido.
Deixo aqui a pergunta: o Brasil tem chance de virar uma Argentina do tênis ? Sim ou Não ? Comente e justifique sua resposta na caixinha!
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Ex-parceiro de Guga caminha para aposentadoriapostado por Tênis Em meio aos jogos de hoje do Aberto de São Paulo assisti alguns games de Harel Levy 6/4 2/1 e desistência de Frederic Niemeyer e depois conversei com o israelense.
Levy pode ser desconhecido para muitos, mas treinou com Gustavo Kuerten nos tempos áureos do brasileiro e por coincidência teve o mesmo problema de nosso ídolo.
Levy esteve por cinco anos fazendo a pré-temporada na academia de Larri Passos ajudando Guga nas práticas. Como ele conheceu um de nossos maiores técnicos ? Através de seu atual treinador, Oded Jacob, que é amigo do gaúcho de Novo Hamburgo.
Oded ofereceu a Guga treinamentos em Israel, mas Larri fez uma contra-proposta aprovada para ele vir à Santa Catarina.
"Larri é um técnico sensacional. Ele te motiva muito e tem carisma. Ele fez o Guga, não preciso falar mais nada", conta o tenista que começou a jogar em 1987 em um experimento com o pai que adorava o esporte, mas não era profissional.
Levy esteve no Brasil em 1999, 2000, 20002, 2003 e 2004. Curiosamente ele adquiriu o mesmo problema que o brasileiro, uma lesão no quadril. A diferença é que Levy não tinha o problema como crônico, mas se acidentou durante o ATP de Nottingham ao escorregar na quadra.
A lesão e a convivência fizeram com que ele e Kuerten se tornassem amigos apesar de terem jogado juntos poucos torneios de duplas: "Estive durante muito tempo com o Guga. Até operei no mesmo médico que ele em época parecida. Ele é uma pessoa sensacional que curtia o momento e nunca mudou mesmo na época da fama. Pena que teve esse problema que foi algo duro para ele"
O problema fez com que o tenista apresentasse altos e baixos e por isso nunca mais conseguiu retomar sua caminhada entre os 30 melhores do mundo. Hoje em dia, apenas em 235o. na tabela da ATP, o veterano de 30 anos caminha [para a aposentadoria e que apenas focar nas duplas onde vai seguir desfrutando do tênis ao lado do compatriota Noam Okun. Partidas de simples serão apenas esporádicas.
Curtinhas:
O Aberto de São Paulo teve um momento de emoção hoje. Thiago Alves levantou 4 match-points contra Rafael Camilo. Dois aspectos importantes a ressaltar. Alves é um guerreiro, não desiste. Parece que SP faz bem pra ele. No ano passado teve que vencer no tie-break do terceiro set no último jogo do quali e na primeira rodada antes do memorável título.
Por outro lado Camilo apresentou um excelente nível e tem condições de jogar em challengers nessa temporada, mas ele ainda precisa pegar experiência. Teve dois match-points no saque. Em um deles não foi tão agressivo como vinha sendo e, no outro, fez dupla-falta.
O duelo mais esperado do dia não aconteceu. Daniel não se recuperou de dores no glúteo esquerdo e depois de um bate-bola de 35 minutos chamou a organização e comunicou a desistência. Ficará de fora dos treinos por pouco menos de uma semana. João Souza, o Feijão, passa automaticamente para as quartas de final e pega Franco Ferreiro que passou sem sustos sobre o mexicano Echagaray.
Os dois se conhecem muito bem e o jogo certamente será equilibrado na próxima sexta-feira.
A pena é que tanto o número 1 como o 2 do país em simples não começam bem na temporada. Bellucci caiu diante do 220 do mundo no quali de Brisbane e Daniel terá sua preparação prejudicada para o Australian Open. |
Daniel x Feijão - O grande jogo do dia em SPpostado por Tênis Pessoal. Cheguei hoje a São Paulo para assistir o forte challenger que distribui US$ 100 mil + Hospedagem e dá 100 pontos ao campeão.
Logo quando pego a van para o Parque Villa-Lobos, local dos jogos com acesso gratuito ao público, me senta ao lado o argentino Sebastien Decoud que durante toda a viagem ouve reggaeton, moda entre argentinos e sul-americanos. Parece que essas músicas deram energia ao número 178 do mundo para derrotar o brasileiro Flávio Saretta que teve 5/3 e saque no terceiro set para fechar o jogo.
Conversei um pouco com Saretta após a derrota. Abatido ele me disse não saber o que vai fazer daqui em diante. Jogar challengers agora só com convite ou quali. Seu ranking está para futures.
Gostei bastante das vitórias de Ricardo Mello sobre Pablo Cuevas e Rogério Dutra Silva sobre Brian Dabul. Tiraram dois cabeças. Nicolas Santos, que, como eu já havia antecipado no blog, se mudou para o Instituto Tênis, venceu sua primeira de challenger e fez a alegria do técnico e capitão da copa Davis, Francisco Costa, que está por aqui.
Marcos Daniel sofreu com os slices rasantes do 'açougueiro' Fernando Vicente. O espanhol já foi top 30 e hoje joga mais por diversão do que qualquer coisa. Mesmo assim o veterano de 31 anos ganhou um set do gaúcho que teve um pequeno estiramento no músculo do glúteo esquerdo. Minutos após a derrota, Vicente estava sentado em um dos bancos do Villa-Lobos, fumando. Não foi um bom exemplo.
Amanhã Daniel, cabeça 1 da competição, retorna às 14h para enfrentar João Souza (Feijão) que ontem fez excelente partida ao bater o dinamarquês Kristian Pless, número 1 do mundo juvenil em 1999 e ex-top 65. Daniel precisará se cuidar pois o garoto de 20 anos vem com um bom saque, direita e está se movimentando melhor. E além do mais, tem muito apetite.
Pra mim este será o jogo do dia e terá transmissão ao vivo do site www.abertosp.com.br . Teremos mais duas partidas com transmissão do Sportv 2: Franco Ferreiro x Bruno Echagaray (brasileiro precisa ficar ligado, pedreira) e Thiago Alves x Rafael Camilo (favoritismo para o atual campeão de SP).
Deixo a caixinha aberta para seu comentário. Quem leva a melhor ? Feijão ou Daniel ? Ferreiro e Alves avançam ? Opine!
Curtinhas:
Quem não está no torneio só sabe do que rola na quadra central. Enquanto Daniel ganhava de Vicente, Daniel Silva deixava escapar 4/1 no terceiro set diante do cabeça 3, Paul Capdeville, diante de uma torcida bem participativa. Capdeville fez algo parecido em relação a sua derrota em cinco sets para Alves no US Open passado. Catimbou muito. Chegou até a tentar vomitar em quadra. E demorou demais pra sacar.
Na outra quadra, quase vazia, Michael Russell tomava um 6/0 no último set diante do colombiano Santiago Giraldo. Esse americano é aquele mesmo que teve match-point contra Guga nas oitavas de Roland Garros em 2001. Quando um tenista perde um jogo com 6/0 é meio chato chegar para uma entrevista, mas Russell foi muito simpático comigo e com dois amigos jornalistas e falou sobre aquela partida. O veterano de 30 anos confessou que está pensando em parar. Temos a matéria aqui no Lancenet ou no Tênis News.
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ATP muda ranking, garante Nadal na liderança até março e tira Daniel do top 100postado por Tênis Depois de alguns dias de folga estou de volta ao batente firme e forte neste início de temporada. E já lhes trago uma notícia nada boa para os brasileiros e boa para os fãs de Rafael Nadal. A Associação dos Tenistas Profissionais divulgou o ranking de segunda-feira com um dia de antecedência e já colocou todas as mudanças para cada jogador com a nova pontuação que entra em vigor em 2009.
A entidade que comanda o tênis masculino optou por não apenas somar os pontos relativos aos torneios do ano passado e apenas dobrou todos os pontos de todos. O motivo é para não causar uma grande confusão. Com um sistema de soma de pontos relativos a pontuação nova, Novak Djokovic apareceria na frente de Roger Federer.
Nadal ficou com 13.160 pontos, mais de 2,5 mil a frente de Roger Federer que tem 10.610 e mantem a pequena vantagem de 20 pontos sobre Novak Djokovic. A mudança trouxe benefícios ao espanhol que teve sua vantagem bem ampliada.
Rafa também já entrou em 2009 com o descarte de 240 da final de Chennai (havia somado 120 pela final em 2008) e por isso terá no máximo descontados 900 das semis do Australian Open (caso perca na primeira rodada). Como Djokovic só poderá somar 250 (se vencer Brisbane) e Federer 1.350 (vencer Doha e Australian Open onde também defende semi), o espanhol garante a liderança pelo menos até o ATP de Dubai na primeira semana de março, evento que distribui 500 pontos.
No top 10 tivemos trocas de posições. O francês Jo Tsonga perdeu por 10 pontos a sexta posição para o compatriota Gilles Simon.
Entre os brazucas Thomaz Bellucci perdeu dois postos indo ao 87º e Marcos Daniel foi o que se deu pior caindo 15 colocações, e aparecendo apenas em 102º. A explicação. Daniel somou muito mais pontos em challengers na temporada 2008 e a tabela de 2009 valoriza mais os ATPs. O gaúcho teve também descartados 72 pontos do Aberto de São Paulo (com o ranking velho teria perdido apenas 36).
O pior para Daniel é que ele terá o dobro de pontos em todos os challengers que conquistou ou foi bem para defender e, em alguns deles, não conseguirá defender caso opte por jogar os mesmos. Por exemplo. Em SP ele perdeu 72 e só poderá somar 100 se vencer o evento. Ele ganhou três na Colômbia e terá que defender 180, 180, 140 e não poderá somar mais do que 125 caso as competições sejam no nível maior de US$ 150 mil + H. Resumindo: o tenista de Passo Fundo precisará jogar mais ATPs e ir bem senão corre o risco de nem ficar no top 100 durante o ano.
Quem se deu mau com isso foi Thiago Alves que havia vencido o torneio paulista em 2008 e perdeu 166 pontos, caindo 13 posições na tabela (126º colocado). Terá também que pensar grande e sair dos challengers para retornar aos cem melhores.
Minha opiniões sobre essas mudanças. Não gostei do descarte em dobro dos challengers. A menor pontuação distribuída em relação aos ATPs já valoriza mais quem disputa competições maiores.
Aqui ao lado deixo um link do Fórum Tênis News com um printscreen do site da ATP que mostra a soma e defesa de pontos de Daniel, Alves e Rafael Nadal - Clique Aqui e Veja!
Clique Aqui e Veja a posição dos Brasileiros no novo ranking!
O que você achou dessas mudanças ? É justo retirar o dobro de pontos dos challengers ? Opine na caixinha de comentários! |
Novo calendário, nova pontuação. Poucas mudançaspostado por Tênis A ATP iniciará uma nova saga de pontuação e calendário a partir do dia 5 quando começa a nova temporada. As mudanças foram poucas e os tenistas vão continuar sofrendo.
Nadal comentou por alto e ameaçou não jogar Barcelona, torneio pelo qual é tetracampeão: “A temporada de saibro segue sendo desgastante e complicada”. Teremos seguidamente Monte Carlo, Barcelona e Roma, depois Madri e Roland Garros com uma semana de descanso em cada.
O número 1 enfrentou problemas em 2008. Foi campeão em Monte Carlo, Barcelona e não aguentou em Roma. Não podemos esquecer que ele pecou por insistir em jogar duplas.
A opção de Rafa por talvez não jogar em Barcelona tem uma explicação. Os eventos Masters Series se chamarão '1000' e darão esse número de pontos aos campeões. Só que a ATP obriga os 30 melhores a disputarem oito dos nove Masters, mas somente o evento do principado é descartável. A punição para quem faltar um deles é não jogá-lo em 2010. Uma regra que provocará uma série de divergências entre os melhores.
O ano terá também em seu final outra mudança. Teremos uma série de torneios pela Ásia com a novidade de Shanghai como Masters 1000 e depois uma série pela Europa para encerrar o ano em Londres.
Os Grand Slams passarão a somar 2 mil pontos ao campeão e 1,2 mil ao vice. Terá mais valor quem vencer ou conseguir chegar mais nas finais dessas competições e isso pode definir a liderança no ranking. A Masters Cup passa a se chamar ATP World Finals e dará 1,5 mil pontos para o campeão invicto. Os torneios International Series Gold ficarão como '500' e os International Series, '250'. Isso vai criar um abismo entre tenistas de nível ATP e challengers já que os torneios de médio porte darão até 125 pontos.
A Copa Davis foi valorizada e oferecerá pontos ao fim do ano equivalentes a um '1000'. A primeira rodada foi transferida para março, antes dos Masters americanos. A segunda fase será jogada em julho, a terceira em setembro e a última em dezembro. Atrairá melhores tenistas pelos pontos, mas será bem pior para quem chegar às finais. Férias curtas.
Deixo a caixinha aberta para comentários dos leitores. As mudanças trarão benefícios aos tenistas ou não ?
Um agradecimento especial ao meu amigo jornalista Jorge viale do diário Ole que elegeu em seu blog, o FueBuena, uma entrevista que fiz com Carlos Bernardes durante o Brasil Open, como uma das melhores do ano.
Nela, o árbitro brasileiro se emociona ao falar do drama de Gustavo Kuerten. Confesso que eu fiquei tocado com o momento. Você pode ver a entrevista no fim do post do blog de Viale que traz uma série especial sobre os melhores do ano no tênis argentino e mundial - Clique Aqui e Veja!
PESSOAL, INFORMO QUE VOU TIRAR ALGUNS DIAS DE FOLGA. NÃO SEI SE TEREI TEMPO PARA ESCREVER NESSES DIAS, DEVO VOLTAR APENAS COMENTANDO NO DIA 4 OU 5 DE JANEIRO. ABRAÇOS E BOM ANO NOVO PARA TODOS!
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Nadal x Federer - Final de Wimbledon - Reprise!postado por Tênis Para quem não viu ou quer se deliciar de novo, o SporTV 2 mostrará neste domingo, dia 28, a partir das 10h, a reprise da final de Wimbledon.
O jogo durou 4h48min e foi considerado pela maioria das votações de enquetes no mundo como o melhor jogo do ano e um dos melhores da história. A revista Time elegeu a partida como segundo momento do esporte em 2008.
Vale a pena conferir a epopéia que terminou com Rafa Nadal vencedor por 6/4 6/4 6/7 6/7 9/7.
E pra lembrar. Dia 30, às 20h, teremos o Especial Guga Kuerten com os bastidores da carreira de nosso campeão.
Os canais ESPN vem exibindo reprise de alguns jogos da temporada. Hoje pela manhã passaram Andy Murray x Mario Ancic em Marselha e na terça-feira.
A ESPN Internacional mostrará a final do Australian Open entre Novak Djokovic e Jo Wilfried Tsonga a partir das 17h. Na quarta, às 19h30, exibirá a final de Roland Garros entre Nadal x Federer, e na quinta, às 17h, será a vez da final do US Open entre Federer x Murray |
Estatísticas do tênis brasileiro e análisepostado por Tênis Já fizemos neste blog uma análise da progressão do tênis brasileiro em 2008, mas hoje vou um pouco mais afundo para mostrar o quão foi bom o ano para nós em relação a 2007. Coletei números no site SteveGTennis.com e no da ATP e fiz alguns comparativos.
Abaixo você vê os 15 brasileiros distribuídos primeiro por nomes, depois pela progressão no ranking, número de vitórias-derrotas e aproveitamento. As partidas contadas são todas de simples, incluindo qualificatórios.
Thomaz Bellucci – Ranking + 117 - 46-26 63,9% (63,5% em 2007)
Marcos Daniel – Ranking + 31 - 35-23 60,3% (67,7% em 2007)
Thiago Alves – Ranking + 270 - 49-29 – 62,8%
Ricardo Hocevar – Ranking + 261 - 56-26 – 68,3%
Franco Ferreiro – Ranking + 57 - 29-25 – 53,7%
Ricardo Mello – Ranking + 59 - 28-24 - 53,8%
João Souza (Feijão) – Ranking + 101 – 40-28 – 58,8%
Andre Ghem – Ranking + 132 - 35-25 – 60,9%
Rogério Silva – Ranking + 63 – 56-17 – 76,7 %
Caio Zampieri – Ranking + 51 36-27 – 57,1%
Andre Miele – Ranking + 143 - 42-21 – 66,7%
Julio Silva – Ranking – 89 - 36-27 – 57,1%
Daniel Silva – Ranking + 70 - 38-21 – 64,4% (76,7% em 2007)
Eric Gomes – Ranking + 366 - 42-20 – 67,7%
Leonardo Kirche – Ranking + 177 - 49-18 – 73,1%
No geral apenas um do top 15 nacional não subiu na tabela. Infelizmente Julinho Silva saiu do top 200 e vai terminar bem longe de sua posição no dia 31 de dezembro de 2007. Mas o restante todo foi bem com destaques para Thiago Alves e Ricardo Hocevar. Ambos iniciaram o ano com ranking para futures, mas foram bem nos challengers e subiram mais de 260 colocações cada.
Thomaz Bellucci foi muito bem também. Ele foi um dos poucos a vencer 4 challengers no ano que ajudaram bastante a manter a percentagem do ano anterior em número de vitórias (ficou com 63,5%) e a escalada foi superior a 100 colocações terminando em um nível ATP. Marcos Daniel obteve 67,7% de aproveitamenrto em 2007, mas sofreu uma queda totalmente compreensível neste ano dado seu novo nível de torneios (passaram dos fracos para os fortes challengers e ATPs). Terminou com acréscimo de 31 degraus e pouco mais de 60% em vitórias-derrotas.
Em 2007 nosso tenista com maior aproveitamento foi Daniel Silva que teve acima dos 76%. Nesta temporada ele mesclou futures e challengers e naturalmente caiu para 64%, mas mesmo assim conseguiu uma subida. Neste ano o melhor do país no quesito foi seu irmão mais velho. Rogerinho ficou em 26º no ranking mundial de aproveitamento (Nadal terminou em segundo lugar com mais de 88%), mas é bom lembrar que o início de temporada foi apenas em futures e por isso sua escalada não foi tão alta.
Podemos destacar também alguns brazucas. João Souza se meteu definitivamente nos challengers. Com 3 semis termina com mais de 100 posições na tabela. André Miele teve seus primeiros bons resultados em torneios médio porte e finaliza perto do top 250. Leonardo Kirche e Eric Gomes começaram abaixo dos 500 do mundo e hoje já podem arriscar em competições maiores.
Quem poderia ter subido mais apenas foram Ricardo Mello e Franco Ferreiro. Franco chegou a ter bons momentos com finais e semis na Europa, mas depois não foi mais o mesmo e pouco jogou. Mello fez duas finais de challengers, mas perdeu bastante e por isso termina com saldo apenas um pouco superior ao de derrotas.
Deixo a todos uma mensagem de um Feliz Natal e a caixinha aberta para comentários! |
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