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FRED SABINO
Tenho 27 anos e acompanho automobilismo desde a infância, quando via pela televisão os sensacionais pegas entre Piquet, Senna, Prost, Mansell, entre outros... Trabalho há seis anos no Grupo LANCE!, onde já fui repórter de futebol brasileiro e carioca, de poliesportivo, sub-editor e editor do LANCENET!.
freds@lancenet.com.br |
Nova cara!postado por Automobilismo Rapaziada, o blog passou por uma reformulação de layout e a partir de agora estará no endereço abaixo.
blog.lancenet.com.br/fred
Muito obrigado a quem sempre frequentou este espaço e convido a todos para seguir comigo na jornada.
Abraços! |
Era melhor mudar a pontuaçãopostado por Automobilismo Não gosto nada da ideia de definir o campeão mundial pelo número de vitórias. Simplesmente porque poderemos ver aberrações como um piloto ser campeão com 30 pontos a menos do que o maior pontuador do ano.
As vitórias devem ser valorizadas, sim, mas o piloto que for melhor durante toda a temporada, e não em determinadas provas, deve ser mais valorizado ainda.
Transportando para este ano, caso a regra estivesse valendo: suponhamos que a Ferrari tenha um carro vencedor a partir da metade do ano, Massa vença seis corridas e Button termine com 20 pontos a mais, mas com cinco vitórias. Tudo o que o inglês fez não valeria absolutamente nada.
Insisto: era muito melhor mudar a pontuação, aumentando a diferença de pontos entre o primeiro e o segundo colocados nas corridas, do que fazer esta lambança.
Tomara que no fim das contas a regra das vitórias nunca precise ser aplicada e os campeões sejam o que também tiverem mais pontos no campeonato.
Abraços! |
Quinze anospostado por Automobilismo A expressão "parece que foi ontem" não é um exagero. E, sem ser piegas, Ayrton Senna fez falta nesses 15 anos. É claro que ele não estaria mais na Fórmula 1 a essa altura, mas, com o seu desejo de correr e o amor pelo esporte, quem sabe estaria não só competindo como ajudando o nosso tão combalido automobilismo.
Tivemos dois pilotos com bons desempenhos na Fórmula 1 depois de Senna: Massa e Barrichello. Mas, independentemente do que venham a alcançar até o fim das suas carreiras, nenhum deles e, arrisco a dizer, ninguém que ainda vier depois, vai preencher a lacuna deixada por Ayrton.
Por seu talento extraordinário e carisma, Senna foi o maior ídolo esportivo de milhões de brasileiros. Não vou entrar nesse papo de heroi nacional, porque acho um erro misturar as duas coisas, mas foi um personagem que jamais será esquecido.
Eu mesmo comecei a gostar de F-1 vendo Ayrton e seu Lotus preto e minha admiração pela sua carreira continua até hoje. E, estou certo, vai continuar para sempre, assim como a admiração de um planeta por um brasileiro que deu certo.
Abraços!
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