Pelo Atlético-MG, Jô diz que vive melhor fase da carreira e mira Seleção

Artilheiro do Atlético-MG em 2013, com oito gols, atacante é sinônimo de ajuda na marcação e passes para seus companheiros. Ele participou de 42% dos gols do Galo

LANCEPRESS! - 11/04/2013 - 10:56 Belo Horizonte (MG)

Jô: melhor momento da carreira (Foto: Bruno Cantini/CAM)

Com oito gols marcados em 2013, Jô conseguiu vencer o apelo midiático de jogadores como Diego Tardelli, Bernard e Ronaldinho e recebe elogios justos por sua atuação com a camisa do Atlético-MG. Porém, sua eficiência em campo não se dá, somente, pelos gols. O jogador admite que vive um momento marcante e, segundo o próprio, a fase é o auge de sua carreira, que começou em 2005.

- Acho que vivo não só um melhor momento no Atlético, mas, sim, a melhor fase da minha carreira. Pelo fato das coisas terem acontecido muito rápido na minha vida, ter ido para a Europa muito cedo, me sinto experiente, seguro e confiante - disse o jogador, que revelou a importância de se jogar em um time coeso para desenvolver o máximo de seu futebol:

- E o grupo bom ajuda a desenvolver o bom futebol, agradeço os elogios, de todos que estão me elogiando, fico satisfeito, mas tento, cada vez mais, me aprimorar.

Com um futebol que combina bem com o momento do Galo, tanto na Copa Libertadores, quanto no Campeonato Mineiro, é justo, da parte do jogador, pensar em voltar a vestir a camisa da Seleção Brasileira. Jô é cauteloso neste sentido. Não quer pedir ou forçar uma convocação, mas sabe que Felipão, assim como todo o Brasil, está de olho no Alvinegro mineiro.

- Dizer se eu já mereço (voltar à Seleção) fica meio forçando, acho que tenho que continuar fazer o meu trabalho. Sonho em voltar à Seleção, tive a oportunidade de estar lá, sei o quanto valoriza na carreira do jogador. Acho que o Felipão está olhando. Mas tenho humildade de saber esperar o melhor momento - afirmou.

Balançar as redes segue sendo prioridade para o jogador, que tem uma sombra forte (Alecsandro). Mas, no esquema de jogo do Galo, no qual há pontas que fazem a diagonal (Bernard e Diego Tardelli), o camisa 7 não pode se preocupar apenas com a autoria de gols.

- Minha função é fazer gol, ajudar o time. Mas eu tento ajudar com movimentação, com passe. As coisas saem naturalmente, a consciência de ajudar o Atlético acaba me ajudando a fazer gols também.

Jô, por enquanto, marcou oito gols e participou, diretamente, de outros 10 tentos do Galo, o que dá 42% de presenças nas oportunidades que o time preto e branco venceu o goleiro adversário.

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